No banco da praça ponto de encontro
Nos canteiros flores perfumavam
Sobre as nossas cabeças os astros
O sol se escondeu dando brilho à lua
Do alto a atmosfera soprou as incertezas
Retomo a certeza dos sonhos meus
O gigante adormecido no seu leito
Os cantos dos galos despertavam
Para a sua realidade, derramando
Copiosas lágrimas de um sofrer
Alterações expressas na minha vida
Ela foi me tocando a lugares distantes
Colocado venda, não dando uma visão
Periférica do sentir confiante diante
Das adversidades, ia me encurralando
Sou eu o dono das decisões? O cabresto
Saiu das minhas mãos mas quem recebe
As esporadas é no meu pobre querer
Meu rebento podado sem dar a sua florada
Ideais abortada sem dar os seus frutos
As pauladas que levei deram-me discernimento
Ou traumas que me perseguem durante a vida
Osvaldo Teles
Mila Ribeiro Machado
ResponderExcluirUau....lindoooo esse sentir...a nostalgia da saudade....essa saudade que bota da alma....do sentinento de gratidão.....por cada paulada levada...o ter fortalecido.....preparado para a vida....
Maravilhoso poema amigo....obrigada pela partilha.....bom dia amigo Osvaldo
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