Bambolê, bambolê, mexe a cintura,
Para um lado, para o outro, requebra.
O corpo vai liberando a quentura,
Os corpos colados vão dançar.
No salão, vamos sair deslizando,
No contraponto, vamos bailando.
Dança, dança com a pele colada,
No espaço, a mente fica alada.
O suor escorre, molhando o rosto,
A tristeza vai perdendo o posto,
Dando ritmo aos movimentos,
A alegria domina o momento.
A magia vem junto com o som,
A felicidade vai dando o tom.
Os passos ganham sincronia,
Liberando toda sua harmonia.
Osvaldo Teles






