No salão os corpos aproximam devagar
O chão aguarda os passos sincronizados
Como quem já conhece os seus destinos
Ela chega no olhar ele responde no sorriso
Fluindo quando as mãos se encontram
A música começa a pulsar no compasso
Vindo das batidas dos dois corações
Os pés ficam o chão com toda leveza
Os corpos parecem penas flutuando
O coração vai marcando o ritmo
Carregado de suor e desejo dançando
Os corpos entendem as suas linguagem
Sem precisar de nenhuma palavra
A música não toca fora ela acontece dentro
Eles absorvem a harmonia das melodias
No salão eles parecem que vão flutuar
Osvaldo Teles

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