A cidade desperta em cores vibrantes.
As ruas pulsam com muita alegria,
no asfalto que brilha sob o sol
nasce a dança do corpo no movimento.
É um verdadeiro espetáculo, gente!
Ela surge no meio da multidão,
vai seguindo no balanço dançante;
a cada batida no tambor, o corpo gira.
O rebolado não é apenas uma dança,
são os quadris seguindo sua ginga,
é a sua linguagem corporal,
é celebração da vida na pista.
Os braços sobem abraçando a música,
o corpo vai para lá, para cá, como ondas
que lembram o baile das marés.
O suor brilha como confetes invisíveis.
Osvaldo Teles

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