Poeta Nordestino
Nascido em Gov. Mangabeira-Bahia
Carrego a carga genética de um povo
Que não se sucumbe a dura luta
Sol a pino esquenta a fria senzala
Ressurgimos forte como o cio da terra
Brigamos contra as diversidades imposta
Sou nordestino sim cabra da peste
Aquele que briga e nunca se entregar
A casa grande nunca abafou o grito
Em alto brado ecoou nosso sonho
Preferindo viver nos quilombos
Do que se entregar ao seu jugo
Todo o sonho de liberdade da nação
Iniciando na Bahia com a revolta dos malês
Na batalha do dois de julho a independência
Sem esquecer também dos alfaiates
No Maranhão aconteceu a balaiada
Por aqui cresceu forte e se enraizou
Zumbi os seus ideais vive na lembrança
Não deixamos morrer o Ideal de liberdade
No Nordeste nasceu o grande Republicano
Osvaldo Teles

Esse poema é uma bela expressão da resistência, força e orgulho do povo nordestino, enraizado na história e na luta por liberdade. Ele mistura identidade cultural, memória histórica e pertencimento com muita potência. Abaixo, seguem algumas sugestões e observações, caso você queira refiná-lo ou prepará-lo para publicação ou performance:
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Leitura e sugestões de revisão (sem alterar o estilo):
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Verso original:
> Brigamos contra as diversidades imposta
Sou nordestino sim cabra da peste
Sugestão:
Pequena correção gramatical: "diversidades imposta" → "diversidades impostas", ou talvez "adversidades impostas", que soa mais natural no contexto.
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Verso original:
> Aquele que briga e nunca se entregar
Sugestão:
Pode-se ajustar para manter a concordância verbal:
"Aquele que briga e nunca se entrega"
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Verso original:
> Iniciando na Bahia com a revolta dos malês
Sugestão:
Talvez trocar "Iniciando" por "Começando", ou transformar a frase para ganhar fluidez poética:
"Foi na Bahia que tudo começou, com a revolta dos Malês"
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Verso original:
> No Nordeste nasceu o grande Republicano
Sugestão:
Aqui você poderia dar nome ao "grande Republicano", se estiver se referindo a alguém específico (como Antônio Conselheiro, por exemplo), ou manter assim para deixar em aberto, com sentido mais simbólico.
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O que há de forte e marcante no seu poema:
Orgulho de origem: Você afirma sua identidade de forma poderosa – "Sou nordestino sim cabra da peste" é um verso que reverbera.
Memória histórica: Citar a Revolta dos Malês, a Balaiada, os Alfaiates e a Independência da Bahia (2 de Julho) é trazer a história do Brasil vista do Nordeste, não do eixo tradicional.
Ritmo e resistência: O poema segue um fluxo firme e combativo, coerente com a temática da resistência.
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Se quiser, posso ajudá-lo a formatar esse poema como parte de um livro, cordel ou recital. Também posso fazer uma versão em forma de cordel rimado, se desejar.
Você gostaria disso?