Levá-me tu a transcendência d'alma
Elevando os pensamentos as estrelas
Tendenciando harmonizar com o divino
Transcrevo o que flui do centro do eu
Tento alimentar o desejo que provoca
Nutrindo com as partículas do seu ser
Vou decifrando a fórmula secreta
Revelando meus segredos íntimos
Efêmero foram os infortúnios
A racionalidade tomou as ideias
Saindo espontaneamente as palavras
Canalizando este encontro fatídico
Entre a inspiração pura que vem fluindo
Como um véio de água cristalina
Apresentando-se em simultâneo com a flor
Embelezadora natural da alma apaixonada
Aproximando os devaneios da realidade
É quando a cabeça fica vazia me preparando
Para ir na profundeza para escrever
O que se passa compraz com o exterior
Em equilíbrio entre alma e o corpo
Fazendo flutuar de tanta leveza
Osvaldo Teles
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018
Fiquei isolado
Fiquei isolando no vai e vem do tempo
Não tenho tempo era o que eu dizia
Joguei para cima tudo aquilo que afligia
Busquei os prazeres nas coisas do mundo
O tempão me engolia impiedosamente
Chora o coração a falta de suas carícias
O seu silêncio me castigava
Reguei com lágrimas a minha solidão
Só o amor preenchia o meu vazio
Perambulando fiquei atordoado
Pela falta que a sua presença me faz
És a força essencial que impulsiona
Meus passos para os braços da felicidade
Veloz ela passa por cima fico extasiado
Com as transmissões de energia
Que vem de dentro para fora em forma
De extrema realização da alma e espírito
O carnal passando a ser secundário
As forças ocultas vem átona
Restaurando os fragmentos de um ser
Estilhaçado pelos contratempos da vida
O destino meu aliado dava o seu empurrão
Mostrando a ciladas espalhada pela estrada
Desvencilhando eu ia de cada uma armada
Osvaldo Teles
Não tenho tempo era o que eu dizia
Joguei para cima tudo aquilo que afligia
Busquei os prazeres nas coisas do mundo
O tempão me engolia impiedosamente
Chora o coração a falta de suas carícias
O seu silêncio me castigava
Reguei com lágrimas a minha solidão
Só o amor preenchia o meu vazio
Perambulando fiquei atordoado
Pela falta que a sua presença me faz
És a força essencial que impulsiona
Meus passos para os braços da felicidade
Veloz ela passa por cima fico extasiado
Com as transmissões de energia
Que vem de dentro para fora em forma
De extrema realização da alma e espírito
O carnal passando a ser secundário
As forças ocultas vem átona
Restaurando os fragmentos de um ser
Estilhaçado pelos contratempos da vida
O destino meu aliado dava o seu empurrão
Mostrando a ciladas espalhada pela estrada
Desvencilhando eu ia de cada uma armada
Osvaldo Teles
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
Viver intensamente
Viver intensamente era o que eu queria
Sem pensar nas consequências
Briguei com a danada da cronologia
Para prevalecer a minha roda do tempo
Pensar no dia de amanhã não deveria
Só aproveitar os instantes contigo
Ó amada minha traz a beleza aos dias
Introduz o seu aroma no meu ser
Capto toda a sua essência
Faz os desejos contidos eclodiram
Pelas fendas da minha existência
Deixa o amor vivo aqui dentro
Para que ele possa dá sentido ao viver
Em seus lábios busco o fio do mel
Sendo eles o passaporte para a viagem
Entre o meu mundo insano e o seu
Quisera ter em meus braços teu corpo
Devaneando ficaria a mente em ti
Daria asas aos seus pensamentos
Amaria-te com todo fervor e com loucura
Que até mesmo esqueceria de mim
Osvaldo Teles
Sem pensar nas consequências
Briguei com a danada da cronologia
Para prevalecer a minha roda do tempo
Pensar no dia de amanhã não deveria
Só aproveitar os instantes contigo
Ó amada minha traz a beleza aos dias
Introduz o seu aroma no meu ser
Capto toda a sua essência
Faz os desejos contidos eclodiram
Pelas fendas da minha existência
Deixa o amor vivo aqui dentro
Para que ele possa dá sentido ao viver
Em seus lábios busco o fio do mel
Sendo eles o passaporte para a viagem
Entre o meu mundo insano e o seu
Quisera ter em meus braços teu corpo
Devaneando ficaria a mente em ti
Daria asas aos seus pensamentos
Amaria-te com todo fervor e com loucura
Que até mesmo esqueceria de mim
Osvaldo Teles
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018
Trazia consigo a formosura de Vênus
Não sei que digo quando estou diante de ti
Seu olhar fulminante me deixa atordoado
Arrancando a minha lucidez aparente
Vistes o encantamento na voz embolada
Balbuciava palavras descompassadas
A beleza do universo se materializou ali
A perfeição divina foi revelada para mim
A sua alma tinha a candura das nuvens
Seus olhos trazem o brilho das estrelas
Sua voz sai carregada de toda doçura
Acabando com amargura do meu coração
Os beijos tem efeito restaurador das rugas
Enfeitiçador são os seus suaves toques
Vão tocando nos meu pontos vitais
Fazendo os desejos sair em um rompante
Em seu ser encontro abrigo para os devaneios
Despertando a alma para uma nova aurora
Iludindo as maledicências que dominava
Aludido ficará tudo aquilo que me fez sofrer
Devolvendo a face a maciez das pétalas
És semelhante ao belo bosque florido
Colorindo os dias turvos de um triste ser
Sedando as dores que a alma sentia
Trazia consigo a formosura de Vênus
Osvaldo Teles
Seu olhar fulminante me deixa atordoado
Arrancando a minha lucidez aparente
Vistes o encantamento na voz embolada
Balbuciava palavras descompassadas
A beleza do universo se materializou ali
A perfeição divina foi revelada para mim
A sua alma tinha a candura das nuvens
Seus olhos trazem o brilho das estrelas
Sua voz sai carregada de toda doçura
Acabando com amargura do meu coração
Os beijos tem efeito restaurador das rugas
Enfeitiçador são os seus suaves toques
Vão tocando nos meu pontos vitais
Fazendo os desejos sair em um rompante
Em seu ser encontro abrigo para os devaneios
Despertando a alma para uma nova aurora
Iludindo as maledicências que dominava
Aludido ficará tudo aquilo que me fez sofrer
Devolvendo a face a maciez das pétalas
És semelhante ao belo bosque florido
Colorindo os dias turvos de um triste ser
Sedando as dores que a alma sentia
Trazia consigo a formosura de Vênus
Osvaldo Teles
domingo, 4 de fevereiro de 2018
Como um barco a deriva
Como um barco a deriva eu estava
Afoguei em meu oceano de mágoa
Deslizei sobre as ondas violentas da vida
Remei contra maré a correnteza quis me levar
Fiz manobras arriscadas para chegar aqui
Emergir quebrando os laços que me prendia
Com a ventania roçando nas velas
Navegando sem rumo e direção ficava
Fixava esperançoso na linha do horizonte
A espera de um porto seguro para ancorar
Estendi a bandeira branca da paz
Para te receber com flores nas mãos
Era a passagem do real para o fantasioso
Os seus braços tenros me aguardavam
Para abraçar um náufrago no mar ilusório
Fechei as pupilas para sentir a vibração
Que emanava do seu maravilhoso ser
Deparei com o seu cativante sorriso
Tirando do cativeiro uma alma aprisionada
As chagas foram cicatrizadas
Magnífico foi o romper da aurora
Adormecido no teu leito esplêndido
Os ventos fortes se transformam em brisa
Devolvendo a nau a sua nova direção
Osvaldo Teles
Afoguei em meu oceano de mágoa
Deslizei sobre as ondas violentas da vida
Remei contra maré a correnteza quis me levar
Fiz manobras arriscadas para chegar aqui
Emergir quebrando os laços que me prendia
Com a ventania roçando nas velas
Navegando sem rumo e direção ficava
Fixava esperançoso na linha do horizonte
A espera de um porto seguro para ancorar
Estendi a bandeira branca da paz
Para te receber com flores nas mãos
Era a passagem do real para o fantasioso
Os seus braços tenros me aguardavam
Para abraçar um náufrago no mar ilusório
Fechei as pupilas para sentir a vibração
Que emanava do seu maravilhoso ser
Deparei com o seu cativante sorriso
Tirando do cativeiro uma alma aprisionada
As chagas foram cicatrizadas
Magnífico foi o romper da aurora
Adormecido no teu leito esplêndido
Os ventos fortes se transformam em brisa
Devolvendo a nau a sua nova direção
Osvaldo Teles
Botei uma armadura
Botei uma armadura no meu coração
Tentando protegê-lo das dores sentida
Ledo engano porém entretanto sentia falta
Das sensações que amor provoca
Nem que seja para depois ficar a saudade
Ou chorar um amor que não aconteceu
O importante o que foi vivido
Vive sonho que não eram meus
Longe de mim estava os motivos
Muitas vezes o que preciso é uma sombra
E um rede e amada ao meu lado
Para esquecer o sofrimento de outrora
O tempo vai se encarregando de sarar
Lembrarei de tudo aquilo que passei
As circunstâncias impôs seus ensinamentos
As lágrimas secaram o sorriso foi estampado
Herança dos afagos que me destes
Nas horas fervorosos que o amor assume
O comando dos corpos em movimento
Amar e ser amado és a questão
É que todos querem mas pouco consegue
Deixando o amor tomar conta da paixão
Eis que és formoso o sentimento nobre
Que guardo no meu peito de menino
Que me fez chorar e me fez sorrir
Quero no final ter história para contar
Tendo lembrança que levo comigo
Servindo de inspiração para o futuro
Osvaldo Teles
Tentando protegê-lo das dores sentida
Ledo engano porém entretanto sentia falta
Das sensações que amor provoca
Nem que seja para depois ficar a saudade
Ou chorar um amor que não aconteceu
O importante o que foi vivido
Vive sonho que não eram meus
Longe de mim estava os motivos
Muitas vezes o que preciso é uma sombra
E um rede e amada ao meu lado
Para esquecer o sofrimento de outrora
O tempo vai se encarregando de sarar
Lembrarei de tudo aquilo que passei
As circunstâncias impôs seus ensinamentos
As lágrimas secaram o sorriso foi estampado
Herança dos afagos que me destes
Nas horas fervorosos que o amor assume
O comando dos corpos em movimento
Amar e ser amado és a questão
É que todos querem mas pouco consegue
Deixando o amor tomar conta da paixão
Eis que és formoso o sentimento nobre
Que guardo no meu peito de menino
Que me fez chorar e me fez sorrir
Quero no final ter história para contar
Tendo lembrança que levo comigo
Servindo de inspiração para o futuro
Osvaldo Teles
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018
Paz, paz paz, por onde andas?
Paz, paz, paz por onde andas?
Ando adormecida dentro de vocês
O desamor habita no coração dos homens
Impedindo que eu faça do seu ser morada
O egoísmo tira a visão periférica do outro
Uma venda lhe é colocada nos seus olhos
Só vendo o seu próprio umbigo
Tirando de si a presença divina
Afastando completamente de mim
O instinto animal assume os seus atos
Levando-lhe de volta a idade da pedra
Tornando a vida efêmera sem sentido
Parecendo que a esperança morrer no peito
Esquecendo que vieram da mesma matéria
Recebendo o sopro de vida do mesmo Deus
Esquecem de se colocar no lugar do outro
Já dizia vovó farinha pouca meu pirão primeiro
Ou seja cada um por se é Deus por todos
Que Deus coloque o amor no coração
Sendo o amor o antídoto contra a dor
Para onde caminha a humanidade
Deveriam fazer uma introspecção
Retornando a sua origem suas bases
Deparando com sua harmonia no silêncio
Sabe porque eu não me decepciona
Por tem certeza que são humanos
E estão passível de erros e acertos
Osvaldo Teles
Ando adormecida dentro de vocês
O desamor habita no coração dos homens
Impedindo que eu faça do seu ser morada
O egoísmo tira a visão periférica do outro
Uma venda lhe é colocada nos seus olhos
Só vendo o seu próprio umbigo
Tirando de si a presença divina
Afastando completamente de mim
O instinto animal assume os seus atos
Levando-lhe de volta a idade da pedra
Tornando a vida efêmera sem sentido
Parecendo que a esperança morrer no peito
Esquecendo que vieram da mesma matéria
Recebendo o sopro de vida do mesmo Deus
Esquecem de se colocar no lugar do outro
Já dizia vovó farinha pouca meu pirão primeiro
Ou seja cada um por se é Deus por todos
Que Deus coloque o amor no coração
Sendo o amor o antídoto contra a dor
Para onde caminha a humanidade
Deveriam fazer uma introspecção
Retornando a sua origem suas bases
Deparando com sua harmonia no silêncio
Sabe porque eu não me decepciona
Por tem certeza que são humanos
E estão passível de erros e acertos
Osvaldo Teles
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