As notas musicais fluem do piano
Vou absorver cada uma das notas
O coração bate no ritmo da canção
Meu peito se torna a caixa acústica
Que recebe toda a sua harmonia
Entrego-me tenro ao seus braços
O céu estrelado se torna o cenário
Pego-lhe por uma de suas mãos
A outra colo suave em sua cintura
A música toma conta dos corpos
Vai encontrando pelos os ouvidos
Canalizando por todo o meu ser
Os olhos se fecham para sentir
As vibrações que vem do teu ser
Fazem o amor buscar a satisfação
Fazendo o ser sentir o seu afeto
Bailando saem às duas almas
Ganhando sincronia as passadas
Dançamos como uma rosa ao vento
Rodopios ritmados eu dou no espaço
Osvaldo Teles
quarta-feira, 31 de julho de 2019
domingo, 28 de julho de 2019
Vida nova
Aqui dentro a solidão me sufoca
Dominando meus pensamentos
Libertei-me da minha caverna
Um planeta lindíssimo se revelou
Sair pela rua em busca da vida
Querendo deparar com a festa
Vi lá fora um mundo fantástico
Que estava preparada para nós
Depois do encontro de dois seres
Que se congratularam na paixão
Tranquilidade foi devolvido ao ser
Não é preciso sair em disparada
Tudo vem na cronologia de Deus
A tonalidade é a cor dos sonhos
Um belíssimo arco-íris se formou
Risonhos se tornaram os lábios
Quando me deparei com o amor
Minhas dores foram dispersadas
As linhas faciais ficaram joviais
A minha alma ganhou vida nova
Osvaldo Teles
Dominando meus pensamentos
Libertei-me da minha caverna
Um planeta lindíssimo se revelou
Sair pela rua em busca da vida
Querendo deparar com a festa
Vi lá fora um mundo fantástico
Que estava preparada para nós
Depois do encontro de dois seres
Que se congratularam na paixão
Tranquilidade foi devolvido ao ser
Não é preciso sair em disparada
Tudo vem na cronologia de Deus
A tonalidade é a cor dos sonhos
Um belíssimo arco-íris se formou
Risonhos se tornaram os lábios
Quando me deparei com o amor
Minhas dores foram dispersadas
As linhas faciais ficaram joviais
A minha alma ganhou vida nova
Osvaldo Teles
sábado, 27 de julho de 2019
Contínuo sozinho
Contínuo sozinho aqui no quarto
Espaçoso se tornava o meu leito
Dimensões gigante ele assumia
Sem minha amada ao meu lado
Os ponteiros passam devagar
Um paradoxo assume controle
O silêncio é a porta da solidão
O solo agudo da nossa canção
Ecoa soave nos meus ouvidos
As lembranças fazem despertar
A saudade que me aperta o peito
Fazendo-me sangrar por dentro
Lágrimas escorrem copiosamente
Busco no cama os resquícios
Daqueles belíssimos momentos
Dos seus resíduos que ficaram
O cheiro aromatizante do amor
Ficaram impregnado nas vestes
Seu perfume grudado na pele
Inesquecíveis foi tudo o que vivi
Osvaldo Teles
Espaçoso se tornava o meu leito
Dimensões gigante ele assumia
Sem minha amada ao meu lado
Os ponteiros passam devagar
Um paradoxo assume controle
O silêncio é a porta da solidão
O solo agudo da nossa canção
Ecoa soave nos meus ouvidos
As lembranças fazem despertar
A saudade que me aperta o peito
Fazendo-me sangrar por dentro
Lágrimas escorrem copiosamente
Busco no cama os resquícios
Daqueles belíssimos momentos
Dos seus resíduos que ficaram
O cheiro aromatizante do amor
Ficaram impregnado nas vestes
Seu perfume grudado na pele
Inesquecíveis foi tudo o que vivi
Osvaldo Teles
Coisas banais
Perdi muito tempo com coisas banais
Grandes noitadas a base de músicas
Sendo regado a farra e muita cerveja
O tempo passava fugaz sem ser notado
Deparando-me com loucas aventuras
Vou ao encontro de tudo que não vivi
Na tendência de recuperar o que perdi
Sair em disparada em alta velocidade
Trago comigo as frustrações contidas
Que deixaram suas marcas na alma
Em cada fase perdida da minha vida
Ficaram para trás todos meus motivos
A frente um caminho a ser percorrido
Como os sonhos que não serão vividos
Que foram arquivados no subconsciente
Foquei naquilo que estava por acontecer
Troquei por vezes o certo pelo duvidoso
Pensando que no final tudo daria certo
Vivenciei tudo aquilo que era permitido
Entreguei-me a vida inconscientemente
Osvaldo Teles
Grandes noitadas a base de músicas
Sendo regado a farra e muita cerveja
O tempo passava fugaz sem ser notado
Deparando-me com loucas aventuras
Vou ao encontro de tudo que não vivi
Na tendência de recuperar o que perdi
Sair em disparada em alta velocidade
Trago comigo as frustrações contidas
Que deixaram suas marcas na alma
Em cada fase perdida da minha vida
Ficaram para trás todos meus motivos
A frente um caminho a ser percorrido
Como os sonhos que não serão vividos
Que foram arquivados no subconsciente
Foquei naquilo que estava por acontecer
Troquei por vezes o certo pelo duvidoso
Pensando que no final tudo daria certo
Vivenciei tudo aquilo que era permitido
Entreguei-me a vida inconscientemente
Osvaldo Teles
quinta-feira, 25 de julho de 2019
Rompe o casulo
Rompe o casulo em metamorfose
Libertas da força que lhe aprisiona
Do casulo só ficará as suas cascas
As borboletas voam rumo ao infinito
Maravilhada com a sua liberdade
Chegando a lugares muito distantes
Sabendo que não voltaram a origem
A alma peregrina viaja sem direção
Os seus voos serão compensados
Bailando livres na mesma sincronia
Fazendo do voar uma harmonização
Encurtando os corpos e a distância
Assim viaja os meus pensamentos
Livres ao encontro do elo perdido
Enfrentam sol e chuva no propósito
De comprir a sua belíssima missão
As suas cores servem de enfeites
Vão sem medo dos seus destinos
Uma cortina colorida se apresenta
Vestindo o planeta com belas cores
Osvaldo Teles
Libertas da força que lhe aprisiona
Do casulo só ficará as suas cascas
As borboletas voam rumo ao infinito
Maravilhada com a sua liberdade
Chegando a lugares muito distantes
Sabendo que não voltaram a origem
A alma peregrina viaja sem direção
Os seus voos serão compensados
Bailando livres na mesma sincronia
Fazendo do voar uma harmonização
Encurtando os corpos e a distância
Assim viaja os meus pensamentos
Livres ao encontro do elo perdido
Enfrentam sol e chuva no propósito
De comprir a sua belíssima missão
As suas cores servem de enfeites
Vão sem medo dos seus destinos
Uma cortina colorida se apresenta
Vestindo o planeta com belas cores
Osvaldo Teles
quarta-feira, 24 de julho de 2019
Perfume da alma
Solene o novo dia se apresenta
O suave cheiro de mato molhado
Com gotas perfumadas de orvalho
É o suavizante perfume da alma
Os poros absorvem a essência
Seu aroma inebriante anestesia
Meu espírito das dores da carne
Depois que os corpos se unirem
Os corpos sobre efeito do êxtase
A massa fica leve como plumas
Extasiados os sangues fervilham
Em alta temperaturas aquecem
A pele da frieza do frio sereno
Nos seus braços está o aconchego
Esvaindo-se os seus hormônios
Ternos dois seres se encontram
Prontinhos para se entregarem
Tendenciando a prática do amor
Um prazer imensurável me toma
Como uma mágica desvaneço
Osvaldo Teles
O suave cheiro de mato molhado
Com gotas perfumadas de orvalho
É o suavizante perfume da alma
Os poros absorvem a essência
Seu aroma inebriante anestesia
Meu espírito das dores da carne
Depois que os corpos se unirem
Os corpos sobre efeito do êxtase
A massa fica leve como plumas
Extasiados os sangues fervilham
Em alta temperaturas aquecem
A pele da frieza do frio sereno
Nos seus braços está o aconchego
Esvaindo-se os seus hormônios
Ternos dois seres se encontram
Prontinhos para se entregarem
Tendenciando a prática do amor
Um prazer imensurável me toma
Como uma mágica desvaneço
Osvaldo Teles
terça-feira, 23 de julho de 2019
Saudade do passado
A saudade do passado vem me acometer
Sentei sobre a pedra saudosa do passado
Recordar os momentos que foram vividos
Era o que desejava o meu ser sonhador
Ficar preso ao mundo do encantamento
Resgatando sonhos que estavam perdidos
Devolvendo a minha alma as fantasias
Regressei feliz ao meu mundo criança
Andar pelas ruas que brinquei livremente
A única preocupação era achar a felicidade
Fadas e elfos fazem parte do cenário
Dando substâncias a uma criatura adulta
Resgatei minhas lembranças esquecidas
Vejo longe as ilusões que se desprenderam
De uma cabeça fantasiosa e sonhadora
Vindo a tona as saudades adormecidas
Amores e sabores que foram saboreados
Ficaram guardados no subconsciente
Aguardando o momento a serem revividos
Dentro do contexto que não era do menino
Osvaldo Teles
Sentei sobre a pedra saudosa do passado
Recordar os momentos que foram vividos
Era o que desejava o meu ser sonhador
Ficar preso ao mundo do encantamento
Resgatando sonhos que estavam perdidos
Devolvendo a minha alma as fantasias
Regressei feliz ao meu mundo criança
Andar pelas ruas que brinquei livremente
A única preocupação era achar a felicidade
Fadas e elfos fazem parte do cenário
Dando substâncias a uma criatura adulta
Resgatei minhas lembranças esquecidas
Vejo longe as ilusões que se desprenderam
De uma cabeça fantasiosa e sonhadora
Vindo a tona as saudades adormecidas
Amores e sabores que foram saboreados
Ficaram guardados no subconsciente
Aguardando o momento a serem revividos
Dentro do contexto que não era do menino
Osvaldo Teles
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