domingo, 22 de setembro de 2024

Da janela

Da janela vejo a amplidão do mar azul 

O céu vai se confundido com as águas 

Seguindo a constelação cruzeiro do sul 

Vou tentando afogar as minhas mágoas 


Igual a um vagamundo vagueio solitário 

Sigo pelos caminhos os raios prateados

Emoldurada como um quadro está a lua 

Fiquei pequenino diante de tanta beleza 


As peles se colam em um sagrado ritual 

Adrenalina vai correndo em nossas veias 

Como se fosse nosso encontro espiritual 


Ao plano celestial elevo os pensamentos 

Jubiloso os corpos cadente se encontram 

Consagrando o mundano ao sobrenatural 


Osvaldo Teles



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