No batuque do timbal vou atrás,
Solto o corpo, vou sair pulando.
Atrás do trio elétrico, só quero paz;
No passo do axé, vou sair dançando.
No som do agogô, no canto nagô,
A cidade vai ganhando movimento.
Seguindo o afoxé e o ijexá, eu vou;
Vou ter muitas histórias para contar.
Abre-alas que o afoxé vai passando,
Contando as histórias de um povo.
É baianidade correndo nas veias.
Os tambores ecoam no solo brasileiro;
Em sua dança, trazem sua africanidade.
A musicalidade toma conta do corpo.
Osvaldo Teles

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