terça-feira, 26 de setembro de 2017
segunda-feira, 25 de setembro de 2017
Libertando a libertinagem
Todas as vezes que os meus olhos
Encontram os teus brilhantes eles ficam
Sentindo toda vibração do seu lindo ser
As narinas captavam o seu aroma
Ébrio ficam todos os meus sentidos
As mãos perdiam a coordenação motora
Tateando buscavam a maciez do seu rosto
Deslizavam pelas curvas do seu corpo
Até encontrar a sua sensibilidade
Quebrando a minha insensibilidade
Qualquer lado que olhava sentia sua presença
Não vou esquecer a sua silhueta
Trago comigo lembranças de sua imagem
Perfeição nas suas linhas faciais! Perfeita
As rosas curvaram-se diante de sua beleza
És a fórmula de todas as essências
A composição que traz libido para mente
Libertando a libertinagem que estava presa
Contemplando-nos as mais puras sanções
Pensamentos libertino me persegue
Quando meus olhos cruzaram com os teus
Perdi a razão deixei ser guiado pelo coração
Osvaldo Teles
Encontram os teus brilhantes eles ficam
Sentindo toda vibração do seu lindo ser
As narinas captavam o seu aroma
Ébrio ficam todos os meus sentidos
As mãos perdiam a coordenação motora
Tateando buscavam a maciez do seu rosto
Deslizavam pelas curvas do seu corpo
Até encontrar a sua sensibilidade
Quebrando a minha insensibilidade
Qualquer lado que olhava sentia sua presença
Não vou esquecer a sua silhueta
Trago comigo lembranças de sua imagem
Perfeição nas suas linhas faciais! Perfeita
As rosas curvaram-se diante de sua beleza
És a fórmula de todas as essências
A composição que traz libido para mente
Libertando a libertinagem que estava presa
Contemplando-nos as mais puras sanções
Pensamentos libertino me persegue
Quando meus olhos cruzaram com os teus
Perdi a razão deixei ser guiado pelo coração
Osvaldo Teles
sábado, 23 de setembro de 2017
Sagrado sacramento
Sobre tapete de pétalas vermelhasLá vem a bela dama a desfilar
Com seu belo vestido branco
A plebéia entra fantasiada de princesa
Acompanhando-lhe uma longa grinalda
O véu cobria a sua beleza estonteante
Confundia-se com uma santa
Ansioso estava eu a esperar-lhe
No peito o coração batia acelerado
Aguardava paciente pela sua entrega
De braços dados caminhávamos até o altar
A face desenhada com a felicidade
Preparando-nos andarmos juntos pela vida
Que não cabia dentro do meu próprio eu
O sorriso saia espontaneamente
Os anjos festejando a grande promessa
A cortina do palco se abre para o jubileu
As juras de amor eterno perante o criador
O carnal sendo abençoado pelo sagrado
Tornando-nos uma só carne e um espírito
O sacro fazendo sua morada em nosso ser
No sagrado sacramento nos unimos
Deixando o amor apossar-se de nós
Ungindo-nos contra as maledicência
O nosso canto real vira um conto de fada
Quando Deus uni não há homem que separe
Osvaldo Teles
Vidrado
Vidrado no seu caminhar fico a admirar
A sua forma bem definida e delineada
Seduzido fui por tão bela mulher
Toques macios e voz aveludada
Mais parecia uma pena tocando a pele
E uma cavatina chegando aos ouvidos
Vindo junto a porção mágica da paixão
A consciência foi para casa do chapéu
Ansioso ficava para te ter no enleio
Envolvendo-te nos meus lascivos beijos
O fluido do amor corria por todo corpo
Embebido nos seus saborosos lábios
Tomado por um arrebatamento me joguei
Em seu leito perdendo a sensatez
Um mormaço toma conta do meu rosto
O resultado é prazer extremo da carne
Pensares que não quebraria o gelo
E não faria o teu sangue ferve nas veias
Estancado n’alma as lágrimas que fluíam
Nos olhos estampado todo encantamento
Encontrei conforto em teus afáveis toques
Elevando-me a condição do artista do amar
Sua função selante faz efeito em meu âmago
Traduzindo o contentamento do prazer sentido
Osvaldo Teles
A sua forma bem definida e delineada
Seduzido fui por tão bela mulher
Toques macios e voz aveludada
Mais parecia uma pena tocando a pele
E uma cavatina chegando aos ouvidos
Vindo junto a porção mágica da paixão
A consciência foi para casa do chapéu
Ansioso ficava para te ter no enleio
Envolvendo-te nos meus lascivos beijos
O fluido do amor corria por todo corpo
Embebido nos seus saborosos lábios
Tomado por um arrebatamento me joguei
Em seu leito perdendo a sensatez
Um mormaço toma conta do meu rosto
O resultado é prazer extremo da carne
Pensares que não quebraria o gelo
E não faria o teu sangue ferve nas veias
Estancado n’alma as lágrimas que fluíam
Nos olhos estampado todo encantamento
Encontrei conforto em teus afáveis toques
Elevando-me a condição do artista do amar
Sua função selante faz efeito em meu âmago
Traduzindo o contentamento do prazer sentido
Osvaldo Teles
sexta-feira, 22 de setembro de 2017
Labirinto existencial
O silêncio abre a porta da alma
No labirinto existencial me perdi
Queria largar nas voltas do labirinto
Os traumas porém eles me perseguem
Preso na imensidão do meu deserto
As dúvidas corroía-me por inteiro
Tendênciei ir em busca da certeza
Quando ela se aproximava
Vinha junto a ironia “o questionamento”
Sonegaram para mim as respostas
Parte com o coração em frangalhos
Com o ser totalmente dilacerado
Minha cruz já estava muito pesada
Mesmo assim não deu para abandoná-la
A margem da estrada, era a minha sina
No alto, lá ficam os subterfúgios. Um Deus
Com sua benevolência a ouvir as súplicas
Suplicante um pecador pede sua clemência
Em um tom de desabafo ouves meu gemido
O suor confunde-se com as lágrimas
Abatido depois da lida vi em ti minhas forças
Nas orações ouvir Ele dizer não desanime
Estarei caminhando lado a lado contigo
Deixei com você só aquilo que lhe coube
O seu sofrimento está comigo na cruz
Osvaldo Teles
No labirinto existencial me perdi
Queria largar nas voltas do labirinto
Os traumas porém eles me perseguem
Preso na imensidão do meu deserto
As dúvidas corroía-me por inteiro
Tendênciei ir em busca da certeza
Quando ela se aproximava
Vinha junto a ironia “o questionamento”
Sonegaram para mim as respostas
Parte com o coração em frangalhos
Com o ser totalmente dilacerado
Minha cruz já estava muito pesada
Mesmo assim não deu para abandoná-la
A margem da estrada, era a minha sina
No alto, lá ficam os subterfúgios. Um Deus
Com sua benevolência a ouvir as súplicas
Suplicante um pecador pede sua clemência
Em um tom de desabafo ouves meu gemido
O suor confunde-se com as lágrimas
Abatido depois da lida vi em ti minhas forças
Nas orações ouvir Ele dizer não desanime
Estarei caminhando lado a lado contigo
Deixei com você só aquilo que lhe coube
O seu sofrimento está comigo na cruz
Osvaldo Teles
quinta-feira, 21 de setembro de 2017
Quantos Janeiros
Dormente um coração jazia no seu leito
Sentido a dormência da sua ausência
Quantos Janeiros fiquei a sua espera
Quis ter você no inverno para esquentar
As madrugadas que passei sozinho
Trazendo o verão para o meu quarto
Aquecendo os meus lençóis
Florindo felicidade como a Primavera
Frutificando amor como no outono
Junção perfeita entre as estações
Os espíritos se encontram em união
Onde todas as energias celebram
A ressurreição da pureza da vida
Dois corpos unidos dançam ao amor
Dando rodopios no ciclo do tempo
Sofrendo as suas ações na mente
Vendo a minha face os seus efeitos
No contínuo ciclo tudo tem a sua função
Voltando tudo ao seu ponto de origem
Fonte que brota toda a energia
O que veio da terra voltará a terra
A mãe lhes receberá de braços abertos
Recebendo de volta todas a sua força
Osvaldo Teles
Sentido a dormência da sua ausência
Quantos Janeiros fiquei a sua espera
Quis ter você no inverno para esquentar
As madrugadas que passei sozinho
Trazendo o verão para o meu quarto
Aquecendo os meus lençóis
Florindo felicidade como a Primavera
Frutificando amor como no outono
Junção perfeita entre as estações
Os espíritos se encontram em união
Onde todas as energias celebram
A ressurreição da pureza da vida
Dois corpos unidos dançam ao amor
Dando rodopios no ciclo do tempo
Sofrendo as suas ações na mente
Vendo a minha face os seus efeitos
No contínuo ciclo tudo tem a sua função
Voltando tudo ao seu ponto de origem
Fonte que brota toda a energia
O que veio da terra voltará a terra
A mãe lhes receberá de braços abertos
Recebendo de volta todas a sua força
Osvaldo Teles
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