O amor tem o grande poder
De santificar o encontro carnal
Mais do que prazer me proporciona
Trazendo-me o céu a terra
Atendo os meus olhos fixo a lua
Quebrando a linha que nos prende
Livremente ultrapassamos o horizonte
Dois corpos confundindo-se com um
Nossa respiração ofegante é o combustível
Em alta octanagem ganhamos velocidade
As estrelas serão o nosso limite
Envolvido em seus encantos perco a visão
Pos as pestanas fecham-se para sentir
Toda a vibração que emana dos corpos
Ficando só a menção a maldita tristeza
Nos olhos a expressão de felicidade
Na pele as lembranças do que vivemos
Substituindo os devaneios perdidos
Voltei ao nosso ponto de partida
Com a alma arrebatada por seus beijos
Bom mesmo é o entrelaçamento das mãos
Para não ficarmos alienados no mundo
Deixando no lado de fora as maldições
No coração ficando as reações positivas
Que vem do seu maravilhoso sorriso
Osvaldo Teles
domingo, 1 de outubro de 2017
sábado, 30 de setembro de 2017
Aparelho ideológico
Ouça os gritos que vem das favelas
Homens sendo subjugado por sua condição
Das vielas surge uma sociedade deformada
Por falta de investimento na educação
A escola o maior aparelho ideológico
Usando à força como repressão
Os estado coloca venda para cegar
Onde é negado ao indivíduo a informação
Quando ele dentei o conhecimento
Ele quebra o paradigma de dominação
A fome tem cara muitíssimo feia
A desnutrição atrofiando o crescimento
O crime organizado no congresso nacional
Onde as leis perversas são elaboradas
Deixando os seres humanos a margem
A carta magna só serve para tirar
Políticos ladrões de trás das grandes
Já se escondeu a esperança do cidadão
As matas verdejantes já foram loteadas
Para os barões do gado e do café
A brava gente sucumbiu ao descaso
Pelos administradores do nosso Brasil
Já raiou a roubalheira no congresso Nacional
Dentro de malas estava o dinheiro da nação
E nos hospitais faltando medicamentos
Nas salas de aulas aprendem-se antigas lições
Em tempo de eleição nos tornamos cidadãos
Nas cadeias só faz aumentar a população
Osvaldo Teles
Foto Google
Homens sendo subjugado por sua condição
Das vielas surge uma sociedade deformada
Por falta de investimento na educação
A escola o maior aparelho ideológico
Usando à força como repressão
Os estado coloca venda para cegar
Onde é negado ao indivíduo a informação
Quando ele dentei o conhecimento
Ele quebra o paradigma de dominação
A fome tem cara muitíssimo feia
A desnutrição atrofiando o crescimento
O crime organizado no congresso nacional
Onde as leis perversas são elaboradas
Deixando os seres humanos a margem
A carta magna só serve para tirar
Políticos ladrões de trás das grandes
Já se escondeu a esperança do cidadão
As matas verdejantes já foram loteadas
Para os barões do gado e do café
A brava gente sucumbiu ao descaso
Pelos administradores do nosso Brasil
Já raiou a roubalheira no congresso Nacional
Dentro de malas estava o dinheiro da nação
E nos hospitais faltando medicamentos
Nas salas de aulas aprendem-se antigas lições
Em tempo de eleição nos tornamos cidadãos
Nas cadeias só faz aumentar a população
Osvaldo Teles
Foto Google
Você não sabe
Você não sabe, o que lhe aguarda
Vá devagar, vá com cautela
Não sabes que, o espera na esquina
Prepara-se para, as surpresas
Aprenda a não, fugir dos problemas
Tenha calma que tudo, vai acontecer
No tempo do Grandioso Deus
O badalo do relógio, já marca seu tempo
Vai aproveita cada, milésimo de segundo
Os ponteiros não faz, o caminho de volta
Nem volta ao seu, ponto origem o vento
Centraliza a tua visão, no seu interior
Conhece a força, que habita em ti
Não se esquece, de usar cada lição
Que adquirentes, ao longo da estrada
Deixa de lado o amanhã, viva o hoje
Para que se preocupar, com a chegada
Se pode ir admirando,a beleza da paisagem
Tira o pé do acelerador, vai devagarinho
faz da sua estadia na, terra um paraíso
Aprecia o esplendor de, um flor desabrochar
E o frescor da brisa, tocando a sua pele
As coisas só vão acontecer, por um motivo
Procurando um motivador, para prosseguir
Sem olhar para trás, só focar no caminho
A ser percorrido,sentindo leveza nos passos
E a certeza do dever, totalmente comprido
Você não sabe coma,será o dia de amanhã.
Osvaldo Teles
Vá devagar, vá com cautela
Não sabes que, o espera na esquina
Prepara-se para, as surpresas
Aprenda a não, fugir dos problemas
Tenha calma que tudo, vai acontecer
No tempo do Grandioso Deus
O badalo do relógio, já marca seu tempo
Vai aproveita cada, milésimo de segundo
Os ponteiros não faz, o caminho de volta
Nem volta ao seu, ponto origem o vento
Centraliza a tua visão, no seu interior
Conhece a força, que habita em ti
Não se esquece, de usar cada lição
Que adquirentes, ao longo da estrada
Deixa de lado o amanhã, viva o hoje
Para que se preocupar, com a chegada
Se pode ir admirando,a beleza da paisagem
Tira o pé do acelerador, vai devagarinho
faz da sua estadia na, terra um paraíso
Aprecia o esplendor de, um flor desabrochar
E o frescor da brisa, tocando a sua pele
As coisas só vão acontecer, por um motivo
Procurando um motivador, para prosseguir
Sem olhar para trás, só focar no caminho
A ser percorrido,sentindo leveza nos passos
E a certeza do dever, totalmente comprido
Você não sabe coma,será o dia de amanhã.
quinta-feira, 28 de setembro de 2017
Nada me amedrontava
A vida não dava-me, nenhuma risada
Olhava para mim, com a cara sisuda
A cada passada, os obstáculos aumentam
Ela não tinha nenhum, interesse de aliviar
As dificuldades faziam, parte dos meus dias
Traçava projetos, ela contradizia-me
Disputava comigo, um segundo que sobrava
A cada derrota eu tentava,dar volta por cima
Mesmo ela me maltratando, desta forma
Eu lhe amava, porém a morte me namorava
Fiz careta para os problemas, estava nem aí
No choro tentei aliviar as frustrações
Tentando purificar a minha alma
Para que nos lábios ficassem um sorriso
Retirando as gelhas da testa
Eu um lapso,perco o controle sou dominado
Por um estado transitório, de insensatez
A lógica se esconde dentro da inconsciência
Lento ficam os movimentos, a fala sai lenta
Não alcançando os ouvidos,do complacente
Vejo o meu castelo, de cristal despedaçar
A oração que flui, em sua devoção
Rogo a clemência do altíssimo, para o alívio
Abri os seus braços, para o meu amparo
Para sustentar-me, de cada tropeço
És a força revigorante, que trago no peito
Dando-me com troféu, a minha vitória
Depois de tantas, batalhas travadas
Vou colher com a, sua graça os frutos
Nada me amedrontava, Ele estava comigo
Osvaldo Teles
Olhava para mim, com a cara sisuda
A cada passada, os obstáculos aumentam
Ela não tinha nenhum, interesse de aliviar
As dificuldades faziam, parte dos meus dias
Traçava projetos, ela contradizia-me
Disputava comigo, um segundo que sobrava
A cada derrota eu tentava,dar volta por cima
Mesmo ela me maltratando, desta forma
Eu lhe amava, porém a morte me namorava
Fiz careta para os problemas, estava nem aí
No choro tentei aliviar as frustrações
Tentando purificar a minha alma
Para que nos lábios ficassem um sorriso
Retirando as gelhas da testa
Eu um lapso,perco o controle sou dominado
Por um estado transitório, de insensatez
A lógica se esconde dentro da inconsciência
Lento ficam os movimentos, a fala sai lenta
Não alcançando os ouvidos,do complacente
Vejo o meu castelo, de cristal despedaçar
A oração que flui, em sua devoção
Rogo a clemência do altíssimo, para o alívio
Abri os seus braços, para o meu amparo
Para sustentar-me, de cada tropeço
És a força revigorante, que trago no peito
Dando-me com troféu, a minha vitória
Depois de tantas, batalhas travadas
Vou colher com a, sua graça os frutos
Nada me amedrontava, Ele estava comigo
Osvaldo Teles
quarta-feira, 27 de setembro de 2017
Quis encontrar em ti
Quis encontrar em ti, que tinha perdido
Vasculhando todo, o meu interior
Pude perceber o elo, que tinha partido
O fio que prendia-me, despedaçou-se
A lua que me iluminava, se escondeu
Aos poucos desfalece, ao nascer do sol
Fiz o nosso ninho de amor, para esperar-te
Sobre ele um ser solitário, aguardava-lhe
O meu companheiro,e confidente noturno
O travesseiro está, a escutar as lamúrias
Vaguei noite adentro, e o sono não veio
Virava de um lado, para o outro
Só encontrava, o espaço vazio e frio
Causando-me uma, hipotermia espiritual
Congelando a epiderme, a alma sente
Os açoites, da solidão cortante
Dilacerante deixava, o coração fragmentado
Os olhos refletiam, o que se passava n’alma
As gotas de lágrimas, escondiam seu brilho
Quiseras está só, para refletir sobre mim
Quem dera estavas, comigo o tempo todo
Quis obter uma solução,tudo direcionava a ti
Acabei descobrindo, que não vivo sem você
Aqui dentro descobrir, um novo viver
terça-feira, 26 de setembro de 2017
Envolvido em seus braços
Só queria te ter por um instante
Reavivando tudo que vivemos antes
Livre como um pássaro me sentia
Quando estava envolvido em seus braços
Palpáveis tornavam-se as fantasias
Sustentei a calmaria que traziam-me
As ilusões que abrandaram as frustrações
Deixastes comigo o sabor dos teus beijos
Levando consigo a minha vontade de beijar
Ligando-me intrinsicamente ao teu mundo
Fazendo-me parte dos seus pensamentos
Levianos e libidinosos,aqueles prazerosos
Que a nós levávamos a personificação
Capazes de trazer-nos os mistérios
Personificando o sentimento abstrato
Sua imagem ganhando forma e corpo
A tudo isto eu o chamo de amor
O que foi sonhado tornando-se realidade
As veredas que trafeguei contigo ao lado
Alargaram-se as paragens tornam-se alusivas
Deixando as passadas ficaram mais leves
O caminho oposto se encontraram no final
Finalmente ouvimos juntos o novo canto
Tornando evidente uma nova criatura
Que descobriu um novo motivo para viver
Encontrando um amor para toda a vida
Aquele instante durou por toda existência
Osvaldo Teles
Reavivando tudo que vivemos antes
Livre como um pássaro me sentia
Quando estava envolvido em seus braços
Palpáveis tornavam-se as fantasias
Sustentei a calmaria que traziam-me
As ilusões que abrandaram as frustrações
Deixastes comigo o sabor dos teus beijos
Levando consigo a minha vontade de beijar
Ligando-me intrinsicamente ao teu mundo
Fazendo-me parte dos seus pensamentos
Levianos e libidinosos,aqueles prazerosos
Que a nós levávamos a personificação
Capazes de trazer-nos os mistérios
Personificando o sentimento abstrato
Sua imagem ganhando forma e corpo
A tudo isto eu o chamo de amor
O que foi sonhado tornando-se realidade
As veredas que trafeguei contigo ao lado
Alargaram-se as paragens tornam-se alusivas
Deixando as passadas ficaram mais leves
O caminho oposto se encontraram no final
Finalmente ouvimos juntos o novo canto
Tornando evidente uma nova criatura
Que descobriu um novo motivo para viver
Encontrando um amor para toda a vida
Aquele instante durou por toda existência
Osvaldo Teles
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