O que direi ao mundo quando a fonte secar
E a erosão tomar conta de toda terra
Perdendo os seus ingredientes produtivos
Ficando só os esqueletos das árvores
Alimentos sendo produzidos em laboratórios
Cheios de conservantes cancerígenos
Animais racionais sucumbem as doenças
Os homens sendo vítimas de sua ganância
Cegos de tanta arrogância se acham Deus
Contarei as histórias para os meus netos
Do som das ondas quebrando nas praias
A beleza da sinfonia do canto dos pássaros
De como o nosso planeta era tão belo
Das águas cristalinas que corriam sobre
Os grandes rios e das pescas com amigos
Os peixes eram fartos hoje são escassos
O que é predominantemente é a poluição
E os belos animais que existiam nas matas
Que foram dizimados com desmatamentos
Para dar lugar a grandes empreendimentos
Osvaldo Teles
quarta-feira, 13 de junho de 2018
terça-feira, 12 de junho de 2018
Dependente do seu querer
Dependente do seu querer fico atordoado
Sutilmente vou aproximando as fantasias
Do nosso plano de realidade surreal é ti
Venerando a delineação da formosa beleza
Celebro a ardência queimante dos toques
O sangue entrou em estado de erupção
Em suave contacto com a minha derme
As ideias desfalece em uma dormência
As veias latejando de tanta expectativa
Como náufrago em um prazer profundo
Proporcionando o encontro dos corpos
Corações palpitando no mesmo compasso
As pupilas se dilatam não vejo nada
Os olhos se fecham para sentir as carícias
Desenhando que se passa com ele
Vem a mim a sua doçura no seu amor
Em sua taça bebo o vinho doce e suave
Suavizante natural de todas as tensões
Tendenciando a loucura sem precedente
Só vás sentir um queimor nas entranhas
Osvaldo Teles
Sutilmente vou aproximando as fantasias
Do nosso plano de realidade surreal é ti
Venerando a delineação da formosa beleza
Celebro a ardência queimante dos toques
O sangue entrou em estado de erupção
Em suave contacto com a minha derme
As ideias desfalece em uma dormência
As veias latejando de tanta expectativa
Como náufrago em um prazer profundo
Proporcionando o encontro dos corpos
Corações palpitando no mesmo compasso
As pupilas se dilatam não vejo nada
Os olhos se fecham para sentir as carícias
Desenhando que se passa com ele
Vem a mim a sua doçura no seu amor
Em sua taça bebo o vinho doce e suave
Suavizante natural de todas as tensões
Tendenciando a loucura sem precedente
Só vás sentir um queimor nas entranhas
Osvaldo Teles
Deixa o passado virar passado
Deixa o passado vira passado
Não traz as mágoas no lombo
Maltratando os dias vindouros
Foca no presente esquece o futuro
Não leva tudo aos trancos e barrancos
Vivendo cada segundo como único
Para que remoer as dores doidas
Fica quieto para elas cicatrizem
Porque tirar o cascőes das feridas
Se elas só fazem mal para as almas
O homem vira menino chorando
As desilusões sofridas desta vida
As suas verdades ou mentiras só você
Pode tirar as suas próprias conclusões
Do que é certo e errado para mim
Sepulta todos os males adquiridos
Revirando passado encontrei-me
Os sonhos viram alados e deixam
A sua gaiola vazia e vão em buscar
Do horizonte que estava perdido
Osvaldo Teles
Não traz as mágoas no lombo
Maltratando os dias vindouros
Foca no presente esquece o futuro
Não leva tudo aos trancos e barrancos
Vivendo cada segundo como único
Para que remoer as dores doidas
Fica quieto para elas cicatrizem
Porque tirar o cascőes das feridas
Se elas só fazem mal para as almas
O homem vira menino chorando
As desilusões sofridas desta vida
As suas verdades ou mentiras só você
Pode tirar as suas próprias conclusões
Do que é certo e errado para mim
Sepulta todos os males adquiridos
Revirando passado encontrei-me
Os sonhos viram alados e deixam
A sua gaiola vazia e vão em buscar
Do horizonte que estava perdido
Osvaldo Teles
segunda-feira, 11 de junho de 2018
Deslizei na imaginária
Quando pensei que iria atravessar! Só
Pelos abismos sozinho sem companhia
Que estava abandonado à própria sorte
Sem perspectiva alguma para motivação
Às vezes parecia um cadáver andante
Deslizei na linha imaginária da saber
Deixei quieta as benditas inquietações
Celebrei em júbilo as minhas descobertas
Conduzindo festivo as minhas descobertas
Ganhei discernimento para fazer escolhas?
Ou simplesmente fui levado pela ocasião
Dando ouvido somente ao meu coração
Agi por instinto sem dar espaço para razão
Sentimentalismo dominavam as ações
As circunstância fez-me homem prematuro
Causando frustrações no indivíduo adulto
Amadurecimento precoce envelhece cedo
Tirando o brilho dos olhos do menininho
Aprendi tudo tem a sua medida correta
O que não mata fortalece as estruturas
Osvaldo Teles
Pelos abismos sozinho sem companhia
Que estava abandonado à própria sorte
Sem perspectiva alguma para motivação
Às vezes parecia um cadáver andante
Deslizei na linha imaginária da saber
Deixei quieta as benditas inquietações
Celebrei em júbilo as minhas descobertas
Conduzindo festivo as minhas descobertas
Ganhei discernimento para fazer escolhas?
Ou simplesmente fui levado pela ocasião
Dando ouvido somente ao meu coração
Agi por instinto sem dar espaço para razão
Sentimentalismo dominavam as ações
As circunstância fez-me homem prematuro
Causando frustrações no indivíduo adulto
Amadurecimento precoce envelhece cedo
Tirando o brilho dos olhos do menininho
Aprendi tudo tem a sua medida correta
O que não mata fortalece as estruturas
Osvaldo Teles
domingo, 10 de junho de 2018
Assentei a sombra
Depois de ter partido em disparada
Levei só a bagagem necessária
Andei por estradas tortuosas
Temeroso de não conseguir chegar
O sol fazia ver imagens distorcidas
Turvas ficavam a visão do cansaço
Muitas vezes assentei a sombra
Sentindo a brisa que está sendo soprada
Dando refresco ao corpo cansado
Acentuando a vontade de vencer
Muitas provações tive que encarar
Uma energia inesperada me domina
Devolvendo a beleza da viagem
Não dei limites aos meus devaneios
Devolve a alma a leveza das passadas
Qual o sentido de caminhar sozinho
Sem ter alguém para compartilhar
Lhe encontrei a beira da margem
Voltei a desviar o olhar da estrada
Escondendo a tristeza estampada
Osvaldo Teles
Levei só a bagagem necessária
Andei por estradas tortuosas
Temeroso de não conseguir chegar
O sol fazia ver imagens distorcidas
Turvas ficavam a visão do cansaço
Muitas vezes assentei a sombra
Sentindo a brisa que está sendo soprada
Dando refresco ao corpo cansado
Acentuando a vontade de vencer
Muitas provações tive que encarar
Uma energia inesperada me domina
Devolvendo a beleza da viagem
Não dei limites aos meus devaneios
Devolve a alma a leveza das passadas
Qual o sentido de caminhar sozinho
Sem ter alguém para compartilhar
Lhe encontrei a beira da margem
Voltei a desviar o olhar da estrada
Escondendo a tristeza estampada
Osvaldo Teles
Nosso templo de amor
Nosso templo de amor está armado
Pétalas de rosas enfeitando a cama
A lareira foi devidamente acessa
A sua camisola perfumada lhe aguarda
Ouço a chuva caindo torrencial lá fora
Traz aqui para dentro a sua quentura
Vindo a tona as felicidades passadas
O canto intenso dos grilos é a sinfonia
Retirando de mim o tino os sentidos
Tirando de mim o sono pelejo com o frio
O friozinho corre pela barriga só em pensar
Nas loucuras de amor que fizemos juntos
Faziam nos prender incondicionalmente
Preso em seus abraços viaja livremente
Sem temer as surpresas da encruzilhada
Na vitrine do tempo estão expostos
Todos os traços do que foi vivenciado
Evadindo do ego os desejos aprisionados
Pervertidos Invadem com desenvoltura
Permeando todas as nossas ações do amar
Osvaldo Teles
Pétalas de rosas enfeitando a cama
A lareira foi devidamente acessa
A sua camisola perfumada lhe aguarda
Ouço a chuva caindo torrencial lá fora
Traz aqui para dentro a sua quentura
Vindo a tona as felicidades passadas
O canto intenso dos grilos é a sinfonia
Retirando de mim o tino os sentidos
Tirando de mim o sono pelejo com o frio
O friozinho corre pela barriga só em pensar
Nas loucuras de amor que fizemos juntos
Faziam nos prender incondicionalmente
Preso em seus abraços viaja livremente
Sem temer as surpresas da encruzilhada
Na vitrine do tempo estão expostos
Todos os traços do que foi vivenciado
Evadindo do ego os desejos aprisionados
Pervertidos Invadem com desenvoltura
Permeando todas as nossas ações do amar
Osvaldo Teles
sábado, 9 de junho de 2018
Fervilhavam as idéias
Estou vazio falta a sua essência
Que completava a minha existência
Despedir do ser feliz que vivia comigo
Foi-se embora ficando as máculas
Os sonhos foram todos adormecidos
Sandice começa fluir da cabeça
Tudo passa ficando só as manchas
Tirando as marcas do que passou
Fui conduzido pelo sopro da saudade
Dos beijos apaixonados que dei em ti
Vinham carregados com as emoções
Contidas nos afagos trocados entre nós
Abrandavam o fervor que ardia em mim
Fervilhavam as idéias quando estava
Envolvido entre os seus amáveis braços
Pôs em disparada os meus desejos
Revir na tela dos seus olhos as cenas
A nossa bela história de amor eterno
Por onde eu andar vás está presente
Gravada nas minhas doces lembranças
Osvaldo Teles
Que completava a minha existência
Despedir do ser feliz que vivia comigo
Foi-se embora ficando as máculas
Os sonhos foram todos adormecidos
Sandice começa fluir da cabeça
Tudo passa ficando só as manchas
Tirando as marcas do que passou
Fui conduzido pelo sopro da saudade
Dos beijos apaixonados que dei em ti
Vinham carregados com as emoções
Contidas nos afagos trocados entre nós
Abrandavam o fervor que ardia em mim
Fervilhavam as idéias quando estava
Envolvido entre os seus amáveis braços
Pôs em disparada os meus desejos
Revir na tela dos seus olhos as cenas
A nossa bela história de amor eterno
Por onde eu andar vás está presente
Gravada nas minhas doces lembranças
Osvaldo Teles
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