Quando a nostalgia vem
Dá saudade da mocinha
Que é a dona do coração
Corro para o pé do rádio
Ouço aquelas modinhas
Caipira que saiam da viola
Que falava de juras de amor
Suave entrou nos ouvidos
Parecia que tudo regressava
Fazendo-me voltar a outrora
Do viver simples do caipira
Na memória as lembranças
Minha saudade utrapassava
A porteira como boi apressado
Querendo chegar na sertânia
Em estourada pasto adentro
Acordar ouvindo os pássaros
Soltando a harmônica cantoria
Chapéu de caipira na cabeça
Na boca um cigarro de palha
No pasto era a maior correria
Tocando o gado para o pasto
Era quando meu eu podia sentir
A minha prenda perto de mim
Osvaldo Teles
segunda-feira, 7 de outubro de 2019
domingo, 6 de outubro de 2019
Recordo com saudade
Recordo com saudade o tempo bom
Que vivi intensamente quando criança
As fases vividas foram bem definidas
Por vezes precoce o homem sobressai
A criança queria crescer e ser homem
Para sair para a vida atrás de aventura
A praça Castro Alves era o meu palco
A cantoria à luz da lua era o ponto alto
Lembro-me dos bailes sábados a noite
Ia todo fantasiado encontrar a amada
Para dançarmos de corpos coladinhos
Sentindo as pulsações dos corações
As músicas despertavam as fantasias
Fazendo a imaginação dar voltas no salão
Do encontro descompromissado no bar
Na roda com os amigos as conversas
Fazíamos planos para o futuro presente
Tudo era um misto de sonho e realidade
Tento esquecer porém não tem como
Pois está tudo devidamente guardado
Osvaldo Teles
Que vivi intensamente quando criança
As fases vividas foram bem definidas
Por vezes precoce o homem sobressai
A criança queria crescer e ser homem
Para sair para a vida atrás de aventura
A praça Castro Alves era o meu palco
A cantoria à luz da lua era o ponto alto
Lembro-me dos bailes sábados a noite
Ia todo fantasiado encontrar a amada
Para dançarmos de corpos coladinhos
Sentindo as pulsações dos corações
As músicas despertavam as fantasias
Fazendo a imaginação dar voltas no salão
Do encontro descompromissado no bar
Na roda com os amigos as conversas
Fazíamos planos para o futuro presente
Tudo era um misto de sonho e realidade
Tento esquecer porém não tem como
Pois está tudo devidamente guardado
Osvaldo Teles
sábado, 5 de outubro de 2019
Olhar distante
Parado com o olhar distante
Fixado no que tenho a andar
Os pensamentos vagueiam
Entre as nuvens ele se perde
Iludido com o reflexo do sol
Livre leve e solto como pena
Levada pelo sopro do vento
Por lugares criados na mente
Criação de uma mente criativa
Que conduz um corpo a levitar
Voam perdidos em devaneios
Pelos os sonhos sou envolvido
Existente só na minha cabeça
Indo rumo ao desconhecido
Não havendo como prever
As ciladas de cada esquina
Elas estavam devidamente
Preparadas para me pegar
Indecisões me tiram o rumo
Vindo à cabeça interrogações
Osvaldo Teles
Fixado no que tenho a andar
Os pensamentos vagueiam
Entre as nuvens ele se perde
Iludido com o reflexo do sol
Livre leve e solto como pena
Levada pelo sopro do vento
Por lugares criados na mente
Criação de uma mente criativa
Que conduz um corpo a levitar
Voam perdidos em devaneios
Pelos os sonhos sou envolvido
Existente só na minha cabeça
Indo rumo ao desconhecido
Não havendo como prever
As ciladas de cada esquina
Elas estavam devidamente
Preparadas para me pegar
Indecisões me tiram o rumo
Vindo à cabeça interrogações
Osvaldo Teles
Sentado na estação
Coloco-te entre os meus braços e aperto
Sinto que a saudade vai me perseguir
As malas são colocadas no bagageiro
Desolado ouça ela me dizendo até logo
O bonde partiu fiquei sentado na estação
Observando ele se perder na imensidão
Dando-me a certeza de um amor perdido
Partiu com ela se foram todas as ilusões
Uma mão balançando me dando o adeus
Durante muito tempo vou lembrar da cena
Com o olhar perdido fui seguindo o aceno
Apagando a chama do coração que ama
Fui tomado por uma sensação de vazio
Em solução as lágrimas foram rolando
Pensativo vejo o bonde fazendo a curva
É foi seguido em direção oposta a mim
Aos poucos foi saindo do campo de visão
O farol foi se apagando fiquei na escuridão
Lembranças do tempo bom me consomem
O anoitecer perdeu os seus belos encantos
Osvaldo Teles
Sinto que a saudade vai me perseguir
As malas são colocadas no bagageiro
Desolado ouça ela me dizendo até logo
O bonde partiu fiquei sentado na estação
Observando ele se perder na imensidão
Dando-me a certeza de um amor perdido
Partiu com ela se foram todas as ilusões
Uma mão balançando me dando o adeus
Durante muito tempo vou lembrar da cena
Com o olhar perdido fui seguindo o aceno
Apagando a chama do coração que ama
Fui tomado por uma sensação de vazio
Em solução as lágrimas foram rolando
Pensativo vejo o bonde fazendo a curva
É foi seguido em direção oposta a mim
Aos poucos foi saindo do campo de visão
O farol foi se apagando fiquei na escuridão
Lembranças do tempo bom me consomem
O anoitecer perdeu os seus belos encantos
Osvaldo Teles
sexta-feira, 4 de outubro de 2019
Saí fortificado
Tudo era a maior brincadeira
As gargalhadas corriam soltas
Corria sem medo das topadas
Às quedas faziam me levantar
Mais forte me tornei para vida
Na certeza que saí fortificado
Nasci para ser um vencedor
A labuta conhece muito cedo
Com o suor do rosto reguei a terra
Não me deixando amedrontado
Pronto a encarar as dificuldades
Os prantos eram ensinamentos
Fez-me aprender a duras penas
O menino se tornou um homem
Nunca me fiz de pobre coitado
Porém sempre soube que podia
Transformar a minha triste existência
Quem me dera regressar ao passado
E reviver as travessuras do menino
Vi no espelho as mudanças ocorridas
Osvaldo Teles
As gargalhadas corriam soltas
Corria sem medo das topadas
Às quedas faziam me levantar
Mais forte me tornei para vida
Na certeza que saí fortificado
Nasci para ser um vencedor
A labuta conhece muito cedo
Com o suor do rosto reguei a terra
Não me deixando amedrontado
Pronto a encarar as dificuldades
Os prantos eram ensinamentos
Fez-me aprender a duras penas
O menino se tornou um homem
Nunca me fiz de pobre coitado
Porém sempre soube que podia
Transformar a minha triste existência
Quem me dera regressar ao passado
E reviver as travessuras do menino
Vi no espelho as mudanças ocorridas
Osvaldo Teles
quarta-feira, 2 de outubro de 2019
Chorei
Chorei por muito tempo o leite derramado
Um ser triste estava estampado na face
Fui impedido pelas lágrimas de ver o belo
Que os meus olhos poderiam vislumbrar
A vida passa a minha frente muito fugaz
Quando dei por conta já tinha passado
Sou apenas um passageiro deste plano
Derramei as dores em forma de lágrimas
Pelas perdas que o destino a me impôs
Só perdi aquilo que um dia me pertenceu
Os planos ficaram nas mãos de Deus
Nos momentos difíceis encontrei alento
Que o meu sôfrego coração tanto desejou
Fazendo dos braços do Divino o meu divã
Dobrei-me diante a sua divina sabedoria
Os seus ensinamentos me propôs seguir
Aprendi a ficar feliz com minhas conquistas
O único objetivo era encontrar a felicidade
Entregando-me com devoção a este amor
Meu sorriso passou a ser o cartão de visita
Osvaldo Teles
Um ser triste estava estampado na face
Fui impedido pelas lágrimas de ver o belo
Que os meus olhos poderiam vislumbrar
A vida passa a minha frente muito fugaz
Quando dei por conta já tinha passado
Sou apenas um passageiro deste plano
Derramei as dores em forma de lágrimas
Pelas perdas que o destino a me impôs
Só perdi aquilo que um dia me pertenceu
Os planos ficaram nas mãos de Deus
Nos momentos difíceis encontrei alento
Que o meu sôfrego coração tanto desejou
Fazendo dos braços do Divino o meu divã
Dobrei-me diante a sua divina sabedoria
Os seus ensinamentos me propôs seguir
Aprendi a ficar feliz com minhas conquistas
O único objetivo era encontrar a felicidade
Entregando-me com devoção a este amor
Meu sorriso passou a ser o cartão de visita
Osvaldo Teles
terça-feira, 1 de outubro de 2019
Um amor intenso
Um amor intenso nos dominava
Se eu fechar os meus olhos
Sintirei as sensações da noite
Prazerosa que juntos passamos
O sabor adocicado dos beijos
As línguas dançando frenéticas
É o alimento diário dos desejos
Os corpos ardem em delírios
Ainda posso sentir o calor ardente
Dos lábios queimando minha pele
Deixando todos os pelos arrepiados
Na alma ficou a leveza das plumas
A maciez dos toques de suas mãos
Acariciando minha cabeça! Extasiado
Está tudo gravado na memória, fixado
Nas lembranças daquilo que vivemos
Ouço a suavidade da voz! Melodiosa
A canção entrando pelos os ouvidos
Dizendo que está tudo muito lindo
E que sou o homem de sua vida
Osvaldo Teles
Se eu fechar os meus olhos
Sintirei as sensações da noite
Prazerosa que juntos passamos
O sabor adocicado dos beijos
As línguas dançando frenéticas
É o alimento diário dos desejos
Os corpos ardem em delírios
Ainda posso sentir o calor ardente
Dos lábios queimando minha pele
Deixando todos os pelos arrepiados
Na alma ficou a leveza das plumas
A maciez dos toques de suas mãos
Acariciando minha cabeça! Extasiado
Está tudo gravado na memória, fixado
Nas lembranças daquilo que vivemos
Ouço a suavidade da voz! Melodiosa
A canção entrando pelos os ouvidos
Dizendo que está tudo muito lindo
E que sou o homem de sua vida
Osvaldo Teles
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