Eu sofro quando tu sofres
Estou feliz com a sua Felicidade
Acompanho-te no auge de sua tristeza
E tu não percebe-me
Se na vida tu vives em meu nome
Eu te darei a minha recompensa
Para entender as minhas palavras
Não é preciso se ter estudo
Se consegues entender és sábio
Se queres encontrar-me
Não é preciso ir muito longe
estou tão perto de você
Só basta um gesto de carinho
Com o seu próximo
Pois eu estou com ele
Eu estou em tudo
Que você ver ou sente
Gostaria que todos os homens
Tivesse a sensibilidade de um poeta
Capaz de dialogar com todos
Os seres que eu criei
Que também dão as suas respostas
Eu estou na presa
Que é comida pelo leão
Estou também no leão
Que comeu sua presa
Eu não estou somente nos bons
Estou também nos maus
Pois eu vim para os pecadores
Para que eles liberte a sua alma
E se encontre com Deus.
Osvaldo Teles
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
domingo, 29 de dezembro de 2013
Rasga-me o peito
Quando flui por mim a divina melancolia de viver
Rasga-me o peito a vontade de sofrer em teu lugar
Os sinos que ecoam o som de tua ausência
Afastam o sacro silêncio que sempre guardara em meu peito
Tu fostes minha alma e meu refúgio
Tu fostes o meu amor e minha graça
Meu suspiro e minha vida
Hoje teu silêncio me domina a existência
Gritando alto à saudade que me mate
Me rasgue o peito
Estraçalhe a alma
A entrega engendrou a solidão
Porque!?
Porque tanta dor se abate em meu peito?
Já não sei viver sem ti
Já não sei ser
Já não sei
Não sou
Mas a ti prometi a eternidade
E serei eterno - mesmo findo - em minha promessa:
Tu serás o meu amor, o único que minha alma anseia.
Alexandre Teles
Rasga-me o peito a vontade de sofrer em teu lugar
Os sinos que ecoam o som de tua ausência
Afastam o sacro silêncio que sempre guardara em meu peito
Tu fostes minha alma e meu refúgio
Tu fostes o meu amor e minha graça
Meu suspiro e minha vida
Hoje teu silêncio me domina a existência
Gritando alto à saudade que me mate
Me rasgue o peito
Estraçalhe a alma
A entrega engendrou a solidão
Porque!?
Porque tanta dor se abate em meu peito?
Já não sei viver sem ti
Já não sei ser
Já não sei
Não sou
Mas a ti prometi a eternidade
E serei eterno - mesmo findo - em minha promessa:
Tu serás o meu amor, o único que minha alma anseia.
Alexandre Teles
Que cresça na crença a descrença
Que cresça na crença a descrença
Na arcaicidade, vivacidade animal de um ser
Que é verso de existência
Transverso de Deus
Reverso de si próprio
Ser e não-ser: o inverso do verso reverso, transverso.
Estado laico, alarmaico!
Frágil pedaço de alma que anda
Desanda em força e fé.
Ciranda de lágrimas que caem
Rodopiam em uma chuva de rondas
Estronda no peito o sentimento
Que é dentro e fora
Que explora
E faz da janela a porta
Cujo ser entorta, entorta
O coração no verbo amar.
Alexandre Teles
Na arcaicidade, vivacidade animal de um ser
Que é verso de existência
Transverso de Deus
Reverso de si próprio
Ser e não-ser: o inverso do verso reverso, transverso.
Estado laico, alarmaico!
Frágil pedaço de alma que anda
Desanda em força e fé.
Ciranda de lágrimas que caem
Rodopiam em uma chuva de rondas
Estronda no peito o sentimento
Que é dentro e fora
Que explora
E faz da janela a porta
Cujo ser entorta, entorta
O coração no verbo amar.
Alexandre Teles
Gritos
Gritos ecoam da razão que sucumbe
Atam-se amarras ao seu coração
O amor - que era sublime - torna-se escravidão
De tanto buscar o prazer
Esgota-se em solidão
Esgotou-se também o álcool, findou-se a erva
No entanto sobrou-lhe o ato
De embriagar-se de fantasia
E uma alma que já ia - calmamente
Para além mar - poesia!
Já não continha os versos de beleza igualmente vazia
Assim era sua vida - e tinha!?
E portanto fantasiar também já não podia
A loucura em sua consciência toma forma
De maneira que não tem ciência
Se morria ou se existia
Diz então o epitáfio:
Agonizou aqui um homem - como tantos outros
A quem amaldiçoou o mundo
E cuja carne o amor mordia
Alexandre Teles
Atam-se amarras ao seu coração
O amor - que era sublime - torna-se escravidão
De tanto buscar o prazer
Esgota-se em solidão
Esgotou-se também o álcool, findou-se a erva
No entanto sobrou-lhe o ato
De embriagar-se de fantasia
E uma alma que já ia - calmamente
Para além mar - poesia!
Já não continha os versos de beleza igualmente vazia
Assim era sua vida - e tinha!?
E portanto fantasiar também já não podia
A loucura em sua consciência toma forma
De maneira que não tem ciência
Se morria ou se existia
Diz então o epitáfio:
Agonizou aqui um homem - como tantos outros
A quem amaldiçoou o mundo
E cuja carne o amor mordia
Alexandre Teles
Ecoam
Ecoam em sua mente as vozes dos fantasmas
Perfuram o seu coração os tridentes dos demônios
Dominam sua vida o ócio e a solidão
Possuindo-lhe e o afundando nas trevas
Veja a formiga - Inseto!
Esta vida vale mais que a tua - Verme!
Tu queres mudar o passado, mas teu presente
Teu presente infame não lhe propõe nenhuma inspiração
Nenhuma impulsão pela melhora
Que passado mudarias? - Fracasso!
O que serias tu, hoje
Se pudesses atrasar o relógio
E voltar ao passado? - Traumático!
A vida reservou-lhe a comédia
Os risos alheios que lhe arrancam a alma
Buscarás, acaso, a vingança
Ou sentarás no canto de teu quarto
E chorarás a tua derrota pelo NADA!
Em tua unha já trazes sangue
Em teus dentes, carne
Ó que grande injustiça da natureza
Fazer-lhe permanecer neste mundo
Contaminando o amor com putrefação
Reside em ti o germe da perdição - Socorro!
És herdeiro eterno de Caim
Foste renegado à inexistência
Talvez por isso não o percebam
E já não faça mais falta agora - Morto!
Posto que nem na morte encontrarás descanso
E da tortura exumarás o prazer
Castigo que nunca tivestes
Adormece agora no fogo
E amanheces na eternidade da insignificância
Alexandre Teles
Perfuram o seu coração os tridentes dos demônios
Dominam sua vida o ócio e a solidão
Possuindo-lhe e o afundando nas trevas
Veja a formiga - Inseto!
Esta vida vale mais que a tua - Verme!
Tu queres mudar o passado, mas teu presente
Teu presente infame não lhe propõe nenhuma inspiração
Nenhuma impulsão pela melhora
Que passado mudarias? - Fracasso!
O que serias tu, hoje
Se pudesses atrasar o relógio
E voltar ao passado? - Traumático!
A vida reservou-lhe a comédia
Os risos alheios que lhe arrancam a alma
Buscarás, acaso, a vingança
Ou sentarás no canto de teu quarto
E chorarás a tua derrota pelo NADA!
Em tua unha já trazes sangue
Em teus dentes, carne
Ó que grande injustiça da natureza
Fazer-lhe permanecer neste mundo
Contaminando o amor com putrefação
Reside em ti o germe da perdição - Socorro!
És herdeiro eterno de Caim
Foste renegado à inexistência
Talvez por isso não o percebam
E já não faça mais falta agora - Morto!
Posto que nem na morte encontrarás descanso
E da tortura exumarás o prazer
Castigo que nunca tivestes
Adormece agora no fogo
E amanheces na eternidade da insignificância
Alexandre Teles
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Hoje eu vi gente
Hoje eu vi gente
Que anda sem querer
Que sorrir sem querer
Que vive sem querer
Que brinca sem querer
Que sorrir
Para da a impressão
Que é feliz
Hoje eu vi gente
Que não chora para
Não perder a moral
Diante dos amigos
Quero gritar bem alto
Que a vida não são palavras
Soltas ao ar
E dizer que amo e quero ser amado
Quero mostrar para todas as pessoas
Que a vida tem sentido e tem
Que ser bem aproveitada
E tem que ser vivida pelo amor
Osvaldo Teles
Que sorrir sem querer
Que vive sem querer
Que brinca sem querer
Que sorrir
Para da a impressão
Que é feliz
Hoje eu vi gente
Que não chora para
Não perder a moral
Diante dos amigos
Quero gritar bem alto
Que a vida não são palavras
Soltas ao ar
E dizer que amo e quero ser amado
Quero mostrar para todas as pessoas
Que a vida tem sentido e tem
Que ser bem aproveitada
E tem que ser vivida pelo amor
Osvaldo Teles
domingo, 22 de dezembro de 2013
Voltando nas asas da imaginação
Quando descobri o dom da poesia, sempre sonhei em lançar o meu livro, comecei a escrever para fugir da minha realidade e das dificuldades que vivia e quando eu sair de minha cidade sempre pensei um dia voltar para fazer o lançamento e voltei nas asas da imaginação.
E o próximo evento que vou realizar vai ser a minha formatura e segundo livro, (Perfil pai e filho uma coletânea familiar ) pois não me canso de lutar para realizar sonhos, pois sou movido pela busca das realizações dos meus objetivos e é isso que me deixa forte para lutar e realizar os meus projetos de vida.
E o próximo evento que vou realizar vai ser a minha formatura e segundo livro, (Perfil pai e filho uma coletânea familiar ) pois não me canso de lutar para realizar sonhos, pois sou movido pela busca das realizações dos meus objetivos e é isso que me deixa forte para lutar e realizar os meus projetos de vida.
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