O arrebol emoldurado no céu
Na áreia a sua nudez me convidava
Aos enlaces e a entrega plena
Adocicado é seu aroma, embriaguez
Sinto ao entrar nas minhas narinas
Estimulante natural são os seus dedos
Alisando suave a minha cabeça
Sentindo o frescor da brisa tocando na pele
Vindo arrepios,que corriam pelas entranhas
Desatinado afogava em teus beijos
Estou pronto para que possa me amar
Entre os seus cabelos correm os meus dedos
Neles me apegava como controle
Dos nossos impulsos nervosos
Desativando as lamúrias pulsante
Não serei mais eu o amor me assumiu
E foi me levando ao seu encontro
Tirando de mim a dor, vamos viajando
Onde pousaremos será maravilhoso
Estando com você vou estar sempre bem
Diz para mim que já és toda minha
E que não darás limites ao gozar a vida
A intensidade quem ditará será a alma
Olha-me e veja na minha feição
A expressão do verdadeiro sentir
Tomando forma e ganhando espírito
O anjo se sucumbi diante do carnal
Nesta mistura divinal e mundano
Encontramos a sentindo da existência
A sua áurea ganha luz orientando
O retorno ao mundo real
Osvaldo Teles
sexta-feira, 30 de setembro de 2016
quinta-feira, 29 de setembro de 2016
Tatuei no meu coração
Capturei a sua linda imagem
Tatuei no meu coração
A janela da alma se abriu
Para a sua entrada garbosa
Acompanhando-te vinha um frenesi
Corpos colados no mesmo ritmo
Um fogo fazia-me arder em brasa
Está tudo lindo viestes embelezar
A mais bela flor do meu jardim
Seja bem vinda, Trazendo o amor
Para dar sabor a uma nova vida
Não sou o mesmo de ontem
Tranqüilizando um velho coração
Transformações ocorreram em mim
Devolveu-me os mais belos sonhar
Arrasta-me contigo, vamos de mãos dadas
Vamos sem pressa, devagar para não cansar
Só sentiremos o som lúdico das passadas
Nada melhor que desfilar pelo jardim da vida
Com a pessoa amada, sentido o seu encanto
Não sabemos aonde vamos parar
Nem temos pressa de chegar
Deslizamos lentamente pelos empecilhos
Coesos vencemos um a um, chegamos
Prepara o nosso repouso, se torna
O adorno deste precioso leito
Osvaldo Teles
Tatuei no meu coração
A janela da alma se abriu
Para a sua entrada garbosa
Acompanhando-te vinha um frenesi
Corpos colados no mesmo ritmo
Um fogo fazia-me arder em brasa
Está tudo lindo viestes embelezar
A mais bela flor do meu jardim
Seja bem vinda, Trazendo o amor
Para dar sabor a uma nova vida
Não sou o mesmo de ontem
Tranqüilizando um velho coração
Transformações ocorreram em mim
Devolveu-me os mais belos sonhar
Arrasta-me contigo, vamos de mãos dadas
Vamos sem pressa, devagar para não cansar
Só sentiremos o som lúdico das passadas
Nada melhor que desfilar pelo jardim da vida
Com a pessoa amada, sentido o seu encanto
Não sabemos aonde vamos parar
Nem temos pressa de chegar
Deslizamos lentamente pelos empecilhos
Coesos vencemos um a um, chegamos
Prepara o nosso repouso, se torna
O adorno deste precioso leito
Osvaldo Teles
Cenário perfeito
Nós temos um cenário perfeito
Para praticar o nosso amor
A lua refletindo sobre as águas do mar
A música sendo orquestrada pelo som
Das águas batendo nas pedras
E as ondas quebrando na praia
Deslumbrante vênus cai do pedestal
Vislumbrando o paraíso sendo aberto
Do cárcere foi libertado um ser solitário
Quem dera-me te ter na eternidade
Beijar-te-ia todos os dias
Um frio correndo pela espinha dorsal
Permeando por todo o corpo
Fazendo do teu peito a minha morada
Embelezando-a como manhãs de primavera
Minadouro das sensações cristalinas
Sou quando estou entretido em seu colo
Esvaziando-me, transborda o que vem de ti
Faria de tudo, para parar tudo lá fora
Labaredas vão acendendo a paixão
A dama me deu um xeque mate
Vencido me entreguei a ti meu amor
Esqueci o amanhã se entrega ao momento
E não terás nenhum arrependimento
Só coisas boas para sentir e se recordar
Somando duas metade tornando um inteiro
Em um só desejar que dure para sempre
Eternizando os momentos bons que vivemos
Osvaldo Teles
Para praticar o nosso amor
A lua refletindo sobre as águas do mar
A música sendo orquestrada pelo som
Das águas batendo nas pedras
E as ondas quebrando na praia
Deslumbrante vênus cai do pedestal
Vislumbrando o paraíso sendo aberto
Do cárcere foi libertado um ser solitário
Quem dera-me te ter na eternidade
Beijar-te-ia todos os dias
Um frio correndo pela espinha dorsal
Permeando por todo o corpo
Fazendo do teu peito a minha morada
Embelezando-a como manhãs de primavera
Minadouro das sensações cristalinas
Sou quando estou entretido em seu colo
Esvaziando-me, transborda o que vem de ti
Faria de tudo, para parar tudo lá fora
Labaredas vão acendendo a paixão
A dama me deu um xeque mate
Vencido me entreguei a ti meu amor
Esqueci o amanhã se entrega ao momento
E não terás nenhum arrependimento
Só coisas boas para sentir e se recordar
Somando duas metade tornando um inteiro
Em um só desejar que dure para sempre
Eternizando os momentos bons que vivemos
Osvaldo Teles
terça-feira, 27 de setembro de 2016
Quantas vezes
Quantas vezes tive que me recolher
A minha insignificância, calado fiquei
Quantos gritos ficam presos na garganta
Muitas lágrimas deixei rolar torrenciais
Gritante a paciência rompe a barreira
Da ignorância, uma cortina é colocada
Tirando a visão periférica da consciência
Levando consigo a bendita coerência
Fixo o olhar na distância a percorrer
Os pés latejam a cabeça dói
A saliva engrossa por causa da sede
Pelejo com as adversidades da estrada
A inconsistência das ideias faz-me fraquejar
Fazendo-me refletir no que está por vir
Aflito fico com as incertezas
Enganei-me com muitas pessoas
Deixando-me para trás e outras ultrapassei
E muitas outras me surpreenderam
Caminharam lado a lado comigo
Corri em disparada pela estrada
Querendo diminuir a distância da chegada
Tento tirar do lombo o peso que castigava
Tentei encontrar são Simão para pedi sua ajuda
Mas Deus disse vai carrega a tua cruz
Dei-te o peso e a medida certa
Para te ajudar atravessar a vereda e o abismo
Não se preocupe com a distância a ser percorrida
Pois a sua chegada será triunfante
Sendo eu o dono da minha história
Feita de vitórias e derrotas, porém minha
As convicções foram mudadas no decorrer
De cada lição que a vida me deixou
Osvaldo Teles
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
Quando fecho os olhos
Quando fecho os olhos o pensamento flui
Mil e uma possibilidades vem a cabeça
Livremente, a desvendar os enigmas
Um labirinto surgiu a minha frente
Como Ícaro crio asas, pássaro errante
Vou voando em alta velocidade
Viaja em direção oposta ao sol escaldante
Não quero que a sua ação venha derreter-la
Tenho uma extensa distância para voar
O vento batendo acariciando a minha pele
O destino é o arco íris vou em busca
Dos sonhos perdidos, pegarei o poder
Daqueles que foram esquecidos
Querendo encontrar aquele que um dia
Fez-me feliz, devolvendo ao homem
As esperanças e a fé do menino
As paisagens passam ligeiras, tombo
Falta tempo para admirá-las, de que adianta
Tudo é muito fugazes, não posso pairar
O ritmo é acelerado não posso perder
Nenhum segundo, serei ultrapassado
O espaço não dá para todos
Quando chegar a maturidade reclamaremos
Que não tivemos tempo para aproveitar
As belezas que o viver nos proporcionou
Quem dera encontrar alguém
Para batermos asas juntos nesta viagem
Para que possamos voar lado a lado
Dando alento a fadiga e ao cansaço
Removendo a solidão do coração
Não ficaram sequelas, nem atrofiaremos
A vontade de libertar a alma em um voo rasante
Curando os medos existente nas entranhas
Pousaremos lentamente sobre o arco íris
E nos apossamos do pote da felicidade
Osvaldo Teles
Mil e uma possibilidades vem a cabeça
Livremente, a desvendar os enigmas
Um labirinto surgiu a minha frente
Como Ícaro crio asas, pássaro errante
Vou voando em alta velocidade
Viaja em direção oposta ao sol escaldante
Não quero que a sua ação venha derreter-la
Tenho uma extensa distância para voar
O vento batendo acariciando a minha pele
O destino é o arco íris vou em busca
Dos sonhos perdidos, pegarei o poder
Daqueles que foram esquecidos
Querendo encontrar aquele que um dia
Fez-me feliz, devolvendo ao homem
As esperanças e a fé do menino
As paisagens passam ligeiras, tombo
Falta tempo para admirá-las, de que adianta
Tudo é muito fugazes, não posso pairar
O ritmo é acelerado não posso perder
Nenhum segundo, serei ultrapassado
O espaço não dá para todos
Quando chegar a maturidade reclamaremos
Que não tivemos tempo para aproveitar
As belezas que o viver nos proporcionou
Quem dera encontrar alguém
Para batermos asas juntos nesta viagem
Para que possamos voar lado a lado
Dando alento a fadiga e ao cansaço
Removendo a solidão do coração
Não ficaram sequelas, nem atrofiaremos
A vontade de libertar a alma em um voo rasante
Curando os medos existente nas entranhas
Pousaremos lentamente sobre o arco íris
E nos apossamos do pote da felicidade
Osvaldo Teles
domingo, 25 de setembro de 2016
Prazer imensurável
É um prazer imensurável quando
Durante as madrugadas o teu corpo
Por mim procura, esgotado de tanto amor
Querendo mais chamego
Entre um toque e outro me renascendo
O calor ardente dos desejos
Vou beber na fonte dos prazeres
Nos banhamos no riacho dos amores
Lambuzando-me no favo do teu mel
De repente o turrão vai se derretendo
Intensamente vai se condensando
O libidinoso vai se despertando
O líquido gerador de vida vai emergindo
Reações indescritíveis desatinando o desatino
Vamos margeando o estado de loucura
Parecendo que a alma vai deixar o corpo
O sol vai despontando lá no céu
Nos avisando que o dia já raiou
A inércia dos corpos é quebrada
Com a penetração da luz casa a dentro
A desordem do quarto a denunciar
Que o amor e a paixão virou um só sentimento
Na união de duas almas eternecidas
Estremecidas com a capacidade
De dois seres conter tanto amor
Osvaldo Teles
Durante as madrugadas o teu corpo
Por mim procura, esgotado de tanto amor
Querendo mais chamego
Entre um toque e outro me renascendo
O calor ardente dos desejos
Vou beber na fonte dos prazeres
Nos banhamos no riacho dos amores
Lambuzando-me no favo do teu mel
De repente o turrão vai se derretendo
Intensamente vai se condensando
O libidinoso vai se despertando
O líquido gerador de vida vai emergindo
Reações indescritíveis desatinando o desatino
Vamos margeando o estado de loucura
Parecendo que a alma vai deixar o corpo
O sol vai despontando lá no céu
Nos avisando que o dia já raiou
A inércia dos corpos é quebrada
Com a penetração da luz casa a dentro
A desordem do quarto a denunciar
Que o amor e a paixão virou um só sentimento
Na união de duas almas eternecidas
Estremecidas com a capacidade
De dois seres conter tanto amor
Osvaldo Teles
sábado, 24 de setembro de 2016
Chorei
Chorei, a alma se calou
Pedi a ela para ditar
Alguns versos, ela se trancou
Nada saía, emudecida ela ficou
Silenciosa ela gemia, querendo
Sarar a ferida que foi aberta
Dói, lá dentro está em frangalho
Grita só em ouvir o seu nome
Na certeza do bem que um dia me fez
Hoje as dores fez apagar até as lembranças
Já posso escultar aquela bela canção
Não despertar mais nenhum emoção
Não tira mais fôlego, foi suturado o ferimento
A alma já não geme, se acostumou
Com a sua ausência, lamentos, lamentos
Não rolam mais pelo rosto, risos, risos
Voltou a se estampar nos lábios
Sabe alma minha quanto doeu a indolência
Viajei em sonhos que não eram meus
Vem a mim lucidez, trazendo consigo a paz
Apaziguando a batalha entre dois seres
Devolvendo a querência do bem viver
Retomando a minha vida das mãos alheia
Deixando ela seguir o seu curso
E encontre a sua direção, que é o coração
Transbordando de contentamento
Ao lado da pessoa que a alma escolheu
Osvaldo Teles
Pedi a ela para ditar
Alguns versos, ela se trancou
Nada saía, emudecida ela ficou
Silenciosa ela gemia, querendo
Sarar a ferida que foi aberta
Dói, lá dentro está em frangalho
Grita só em ouvir o seu nome
Na certeza do bem que um dia me fez
Hoje as dores fez apagar até as lembranças
Já posso escultar aquela bela canção
Não despertar mais nenhum emoção
Não tira mais fôlego, foi suturado o ferimento
A alma já não geme, se acostumou
Com a sua ausência, lamentos, lamentos
Não rolam mais pelo rosto, risos, risos
Voltou a se estampar nos lábios
Sabe alma minha quanto doeu a indolência
Viajei em sonhos que não eram meus
Vem a mim lucidez, trazendo consigo a paz
Apaziguando a batalha entre dois seres
Devolvendo a querência do bem viver
Retomando a minha vida das mãos alheia
Deixando ela seguir o seu curso
E encontre a sua direção, que é o coração
Transbordando de contentamento
Ao lado da pessoa que a alma escolheu
Osvaldo Teles
Assinar:
Postagens (Atom)





