Nascemos em cidades diferentes
Num mundo distante nos criamos
Jovens sonhadores se encontraram
Na obra de Deus nos conhecemos
O amor fez o seu papel lhes unindo
Fomos conduzido diante do altar
Uma belíssima família formamos
Foi sim o amor que nasceu em nós
Fomos agraciados por suas benesses
Na presença de Deus e dos homens
Que fizemos a sagrada promessa
Nossos votos matrimoniais fizemos
O ato transformamos em sagrado
Comungando os mesmos objetivos
Passamos a ser duas carne em uma
Sendo um o complemento do outro
A fidelidade fez morada nas ações
Desenhando nos rostos a felicidade
O contentamento tomou conta do ser
Os nossos seguiam na mesma direção
Osvaldo Teles
domingo, 31 de maio de 2020
Geme uma alma
Geme uma alma na calada da noite
Sentindo a falta da sua alma gêmea
Doídas são as incertezas que sinto
Embaralhando a minha consciência
Como louco atravesso a madrugada
O travesseiro é o único conselheiro
Absorvendo assim minhas lágrimas
Desabafo com um grito no silêncio
Por vezes é abafado pela dor do peito
Suplicando-te a tua valiosa presença
Afundei na tentativa de compreender
O que se passa aqui dentro de mim
Faz-me ir ao encontro das respostas
Muitas vezes carrego comigo mesmo
Angustiante é a mudez que domina
Fico em silêncio faço a introspecção
Mergulhei profundamente no íntimo
Clemência lhe peço ô minha senhora
Ama-la é o que consiste na existência
É o que pretendo no silêncio da noite
Osvaldo Teles
Sentindo a falta da sua alma gêmea
Doídas são as incertezas que sinto
Embaralhando a minha consciência
Como louco atravesso a madrugada
O travesseiro é o único conselheiro
Absorvendo assim minhas lágrimas
Desabafo com um grito no silêncio
Por vezes é abafado pela dor do peito
Suplicando-te a tua valiosa presença
Afundei na tentativa de compreender
O que se passa aqui dentro de mim
Faz-me ir ao encontro das respostas
Muitas vezes carrego comigo mesmo
Angustiante é a mudez que domina
Fico em silêncio faço a introspecção
Mergulhei profundamente no íntimo
Clemência lhe peço ô minha senhora
Ama-la é o que consiste na existência
É o que pretendo no silêncio da noite
Osvaldo Teles
sábado, 30 de maio de 2020
Enlouqueço
Já não sei o que está me acontecendo
Vivo literalmente solto no mundo da lua
Preso às loucuras de uma alma insana
Que vive fantasiando tudo ao em torno
Enlouqueço com a cabeça em seu peito
Os sonhos foram se tornando realidade
O tempo passando sem ser percebido
Fazendo do viver uma fantasia eterna
Entro em gravidade zero vou flutuando
Parecia que tudo era um conto de fada
Estou translocado neste vasto universo
Sou feliz assim longe do mundo insano
Esqueço o futuro vou vivendo o presente
Via em tudo poesia com suas simetrias
As suas simétricas linhas me conduzia
Iguais as andorinhas voando pelo céu
O meu antídoto sempre foi o teu amor
Para combater as mágoas do cotidiano
Vindo aos olhos tudo que o ser sente
A beleza está em tudo que os olhos ver
Osvaldo Teles
Vivo literalmente solto no mundo da lua
Preso às loucuras de uma alma insana
Que vive fantasiando tudo ao em torno
Enlouqueço com a cabeça em seu peito
Os sonhos foram se tornando realidade
O tempo passando sem ser percebido
Fazendo do viver uma fantasia eterna
Entro em gravidade zero vou flutuando
Parecia que tudo era um conto de fada
Estou translocado neste vasto universo
Sou feliz assim longe do mundo insano
Esqueço o futuro vou vivendo o presente
Via em tudo poesia com suas simetrias
As suas simétricas linhas me conduzia
Iguais as andorinhas voando pelo céu
O meu antídoto sempre foi o teu amor
Para combater as mágoas do cotidiano
Vindo aos olhos tudo que o ser sente
A beleza está em tudo que os olhos ver
Osvaldo Teles
Essência da roça
Abandonando os meus projetos
Todo choroso disse até breve
Tive que botar o pé na estrada
Deixei para trás a terra amada
E o cheiro dos matos molhados
Despedi dos sonhos de menino
Gravei as belíssimas paisagens
Quero lembrar o ponto de partida
Para que um dia possa retornar
Levei comigo essência da roça
Seus cheiros e os seus sabores
A simplicidade é a minha forma
De ficar preso a minha origem
Para não esquecer de onde vim
Como cortar o cordão umbilical
Nem sempre acontece do jeito
Que foi devidamente planejado
Tive que aceitar o plano de Deus
Que já estava traçado para mim
Por mais que fugisse ia acontecer
Osvaldo Teles
Todo choroso disse até breve
Tive que botar o pé na estrada
Deixei para trás a terra amada
E o cheiro dos matos molhados
Despedi dos sonhos de menino
Gravei as belíssimas paisagens
Quero lembrar o ponto de partida
Para que um dia possa retornar
Levei comigo essência da roça
Seus cheiros e os seus sabores
A simplicidade é a minha forma
De ficar preso a minha origem
Para não esquecer de onde vim
Como cortar o cordão umbilical
Nem sempre acontece do jeito
Que foi devidamente planejado
Tive que aceitar o plano de Deus
Que já estava traçado para mim
Por mais que fugisse ia acontecer
Osvaldo Teles
sexta-feira, 29 de maio de 2020
Mocinha encantadora
Não suporto mais a ausência
Da mocinha tão encantadora
Quando ela entrou toda faceira
Encheu-me de muitas alegrias
Seu olhar carregado de feitiço
A beleza fluindo naturalmente
Parecendo até uma singela flor
Com as suas pétalas macias
Dançando ao som do vento
Exalando seu doce perfume
Perfumando o nosso quarto
Chegava bem avassaladora
As vestes desenha as curvas
Provoca em mim alucinação
Palpitante ficava o coração
Fico a me lembrar dos beijos
Que trocamos apaixonados
Suas mãos corriam no corpo
Pelo caminho da felicidade
Os seus dedos realizavam
Ficava os poros arrepiados
Com os seus lábios quentes
Fazia meu sangue fervente
Queimava minhas entranhas
Osvaldo Teles
Da mocinha tão encantadora
Quando ela entrou toda faceira
Encheu-me de muitas alegrias
Seu olhar carregado de feitiço
A beleza fluindo naturalmente
Parecendo até uma singela flor
Com as suas pétalas macias
Dançando ao som do vento
Exalando seu doce perfume
Perfumando o nosso quarto
Chegava bem avassaladora
As vestes desenha as curvas
Provoca em mim alucinação
Palpitante ficava o coração
Fico a me lembrar dos beijos
Que trocamos apaixonados
Suas mãos corriam no corpo
Pelo caminho da felicidade
Os seus dedos realizavam
Ficava os poros arrepiados
Com os seus lábios quentes
Fazia meu sangue fervente
Queimava minhas entranhas
Osvaldo Teles
quinta-feira, 28 de maio de 2020
Acordo sedento
Todos os dias acordo sedento
Depois de dormir aquele sono
Como estivesse ressuscitando
O despertar é um renascimento
Ganhando de presente a vida
Agraciado com o dom do amor
Fazendo cada um deles único
De seguir livremente o caminho
Não havia nenhum empecilho
Levando comigo os devaneios
Colocar a sela no cavalo e sair
Em disparada sentindo o vento
Acariciando suavemente a face
Tomando as rédeas do destino
Vou guiando os meus sonhos
Em júbilo canto hino de louvor
Agradecido pelo novo homem
Devaneando todos momentos
Prossigo expondo as emoções
Desenhada na expressão facial
Osvaldo Teles
Depois de dormir aquele sono
Como estivesse ressuscitando
O despertar é um renascimento
Ganhando de presente a vida
Agraciado com o dom do amor
Fazendo cada um deles único
De seguir livremente o caminho
Não havia nenhum empecilho
Levando comigo os devaneios
Colocar a sela no cavalo e sair
Em disparada sentindo o vento
Acariciando suavemente a face
Tomando as rédeas do destino
Vou guiando os meus sonhos
Em júbilo canto hino de louvor
Agradecido pelo novo homem
Devaneando todos momentos
Prossigo expondo as emoções
Desenhada na expressão facial
Osvaldo Teles
Lá fora a vida passa
Lá fora a vida passa corriqueira
Abstendo de ver sua maravilha
A cegueira espiritual me cega
Estou preso na minha caverna
Com sensação de importância
Fico atônito diante da situação
A comoção toma conta da alma
Querendo libertar meu espírito
Dando asa a um ser aprisionado
Liberto parto além do imaginário
Só quero encontrar o elo perdido
Religando a criatura e o Criador
Cruzo a belíssima constelação
Em plena sintonia com o cosmo
A paisagem enfeita o ambiente
Um sentir abstrato me dominou
Não sei se chamarei de paixão
Colando todos meus fragmentos
Reconstruindo o que foi partido
Será que sairei ileso da aventura
Osvaldo Teles
Abstendo de ver sua maravilha
A cegueira espiritual me cega
Estou preso na minha caverna
Com sensação de importância
Fico atônito diante da situação
A comoção toma conta da alma
Querendo libertar meu espírito
Dando asa a um ser aprisionado
Liberto parto além do imaginário
Só quero encontrar o elo perdido
Religando a criatura e o Criador
Cruzo a belíssima constelação
Em plena sintonia com o cosmo
A paisagem enfeita o ambiente
Um sentir abstrato me dominou
Não sei se chamarei de paixão
Colando todos meus fragmentos
Reconstruindo o que foi partido
Será que sairei ileso da aventura
Osvaldo Teles
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