É devagarinho e na palma da mão
Muita poeira vai subindo do chão
É samba de roda na casa de Joana
Só não pode mexer com minha mana
Vamos sambar até o dia amanhecer
Nesse tempo tem coisa pra acontecer
Ó lelê, ô lalá bota o bumbum pra rebolar
O pandeiro saí rolando na ponta do dedo
A noite vai ganhar o seu novo enredo
Os dançarinos dando rodopios pelo salão
O povo sai grita não acaba não mundão
É nos quadris são nas palmas das mãos
Onde o corpo vai ganhando movimentação
O som entra ouvidos adentro dando emoção
Leves os corpos deslizam suavemente o ritmo
Na leveza dos passos os corpos se libertam
Osvaldo Teles

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