A popozuda vai chegando e agitando,
Vai entrando toda se balançando.
Ela chega para provocar, provoca,
Quando entra na pista, ela broca!
É toda fofinha, toda gostosinha,
Se acha uma verdadeira gatinha.
Não deixa o rebolado cair,
Bota as mãos nos joelhos
E vai sacudindo o bumbum.
Bate o tambor que a Popozuda
Vai dar os seus passos.
Com sua ginga, ela encanta.
Está botando para brocar,
Quando entra na roda,
É só no balanço, no balanço.
Ela sai na pista rebolando.
Bora, bora, bora, Popozuda!
Desce, sobe, mexe os quadris!
Vai, vai, vai, toda boa!
Ô, ô, ô, é de encher os olhos!
— Osvaldo Teles

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