Contemplei a sua face angelical
Da divindade chamado de amor
Um anjo transfigurado em mulher
Venerei-a como uma santa no altar
Sendo o leito o nosso nicho sagrado
Do coração fiz o seu santuário
Representante do divino na terra
Religando o homem ao celestial
Nesta nossa comunhão conjugal
Celebração sagrada do gostar
Não sou santo neste contexto
Sou um simples mortal e pecador
A única coisa que quero é ter o prazer
Imensurável de retirar as suas vestes
E deparar com curvaturas perfeitas
Encaixe perfeito entre os nossos corpos
De está contigo envolvido nos beijos
Ouvir os seus sussurros aos ouvidos
Se isto é pecado quero morrer pecando
Desde que seja envolto em seus braços
Osvaldo Teles
sábado, 30 de junho de 2018
sexta-feira, 29 de junho de 2018
Quanto amor
Quanto amor eu guardei para te dá
Num querer desprovido de interesse
Só a sua aceitação me bastava
Sobre o céu de estrelas nos unimos
Tendo a lua como testemunha do romance
Na terra um tapete de pétalas se forma
Seu aroma impregnado no ambiente
Para sermos único neste encontro
Não junção do carnal e do espírito
Os corpos se unem pelos corações
Sinto a suavidade dos seus toques
Nos despimos nos tornamos íntimos
Despojados de todos preconceitos
Esqueço tudo quando a porta se fecha
E o quarto fica na penumbra a meia luz
Única coisa que me importa sua presença
Ficando as pendências para depois
Estamos pensando da mesma forma
Abrimos uma janela para o paraíso
Trazendo mais brilho para nossa vida
Osvaldo Teles
Num querer desprovido de interesse
Só a sua aceitação me bastava
Sobre o céu de estrelas nos unimos
Tendo a lua como testemunha do romance
Na terra um tapete de pétalas se forma
Seu aroma impregnado no ambiente
Para sermos único neste encontro
Não junção do carnal e do espírito
Os corpos se unem pelos corações
Sinto a suavidade dos seus toques
Nos despimos nos tornamos íntimos
Despojados de todos preconceitos
Esqueço tudo quando a porta se fecha
E o quarto fica na penumbra a meia luz
Única coisa que me importa sua presença
Ficando as pendências para depois
Estamos pensando da mesma forma
Abrimos uma janela para o paraíso
Trazendo mais brilho para nossa vida
Osvaldo Teles
quinta-feira, 28 de junho de 2018
Cheguei ao pó
Cheguei ao pó do pó ressurge
Ressurgir como se renasce das cinzas
Fortificado como uma firme rocha
Um fogo fazia arder como brasa
Queimando as ideias enlouquecidas
A minha fênix interior alçou voou
Seguir rumo ao desconhecido
Ao encontro de novos horizontes
O novo sol fugido estamparia o céu
Embelezando a cortina celestial
Um vagalume clareando o caminho
Uma clareza mudou a insanidade
Das das longas e cansativas passadas
Pude apreciar suavidade dos cantos
A planície e seus canteiros floridos
Fui dominado por uma força estranha
Uma criatura descrente vislumbrou a luz
Daquele que me acompanhou no abismo
Dando o seu ombro como o repouso
Desfrutei do conforto de suas palavras
Osvaldo Teles
Ressurgir como se renasce das cinzas
Fortificado como uma firme rocha
Um fogo fazia arder como brasa
Queimando as ideias enlouquecidas
A minha fênix interior alçou voou
Seguir rumo ao desconhecido
Ao encontro de novos horizontes
O novo sol fugido estamparia o céu
Embelezando a cortina celestial
Um vagalume clareando o caminho
Uma clareza mudou a insanidade
Das das longas e cansativas passadas
Pude apreciar suavidade dos cantos
A planície e seus canteiros floridos
Fui dominado por uma força estranha
Uma criatura descrente vislumbrou a luz
Daquele que me acompanhou no abismo
Dando o seu ombro como o repouso
Desfrutei do conforto de suas palavras
Osvaldo Teles
Vaguei noite afora
Passei muitas madrugadas em claro
Vaguei noite afora na tentativa de achar
A minha alma gêmea para apascentar
As tantas inquietações que me fustigava
Busquei a quietude no seu silêncio
Emudecido calei a voz do coração
Tirando o equilíbrio de um ser equilibrado
Abandonado sobre um leito frio e vazio
Presenciei o raro espetáculo do alvorecer
A grandeza do sol a se apresentando
Majestoso por trás da colina adormeci
Com os seus raios invadindo as frestas
Ao som ritmado dos cantos dos pássaros
Conversei comigo mesmo bem baixinho
Onde deixei esquecida a minha certeza
Que o amor morava dentro do meu peito
Estilhaçado pela enxurrada de decepção
Lá fui cantarolando as antigas melodias
Que faziam recordar velhas passagens
Levando a me entregar as recordações
Osvaldo Teles
Vaguei noite afora na tentativa de achar
A minha alma gêmea para apascentar
As tantas inquietações que me fustigava
Busquei a quietude no seu silêncio
Emudecido calei a voz do coração
Tirando o equilíbrio de um ser equilibrado
Abandonado sobre um leito frio e vazio
Presenciei o raro espetáculo do alvorecer
A grandeza do sol a se apresentando
Majestoso por trás da colina adormeci
Com os seus raios invadindo as frestas
Ao som ritmado dos cantos dos pássaros
Conversei comigo mesmo bem baixinho
Onde deixei esquecida a minha certeza
Que o amor morava dentro do meu peito
Estilhaçado pela enxurrada de decepção
Lá fui cantarolando as antigas melodias
Que faziam recordar velhas passagens
Levando a me entregar as recordações
Osvaldo Teles
quarta-feira, 27 de junho de 2018
Juntei os fragmentos
Porque esconder o que sinto
Por dentro sangrava uma alma
Estava espalhada em pedaços
Juntei os fragmentos do coração
Sangrando um ser despedaçado
Que andava em frangalhos! Paguei
O que me sobrou e prosseguir firme
Despejei lágrimas torrenciais aliviei
Toda as tensões que me perseguiam
Não tive medo dos acontecimentos
Joguei tudo para cima e seguir
Por causa dos instintos animal estou aqui
Sobretudo encarei tudo frente a frente
Fostes o instrumento da minha cura
Encontrei o poder tenaz do seu afeto
Na tenacidade saturei as cicatrizes
Creditei as vicissitudes ao destino
Na verdade deveria pagá-las pela rédea
E assumir o controle desta situação
Contudo contém o poder divinal
Dando-me uma força sobrenatural
Alargado a minha visão periférica
Fazendo enxergar que está além
Que a dor serve como aprendizado
Osvaldo Teles
Por dentro sangrava uma alma
Estava espalhada em pedaços
Juntei os fragmentos do coração
Sangrando um ser despedaçado
Que andava em frangalhos! Paguei
O que me sobrou e prosseguir firme
Despejei lágrimas torrenciais aliviei
Toda as tensões que me perseguiam
Não tive medo dos acontecimentos
Joguei tudo para cima e seguir
Por causa dos instintos animal estou aqui
Sobretudo encarei tudo frente a frente
Fostes o instrumento da minha cura
Encontrei o poder tenaz do seu afeto
Na tenacidade saturei as cicatrizes
Creditei as vicissitudes ao destino
Na verdade deveria pagá-las pela rédea
E assumir o controle desta situação
Contudo contém o poder divinal
Dando-me uma força sobrenatural
Alargado a minha visão periférica
Fazendo enxergar que está além
Que a dor serve como aprendizado
Osvaldo Teles
Bons tempos
Velhos tempos estão sepultados?
Ou eles permanecem vivos em nós
Prontos para serem reavivados
Presos aos remanescentes instantes
Reacendendo o que foi vivido antes
Vividos em plenitude e entrega constante
A remanescência continua aflorando
Os sentimentos que foram vivenciados
Os bons tempos vem a lembrança
Não ficaria preso ao que passou
Dando estímulos ao futuro vindouro
E ênfase a um presente glorioso
Na espera de momentos vitoriosas
Na face lisa ficaram esculpidas rugas
Virtuoso ficará o passado no divã
Alimentando os sonhos futuros
Procurando sentido para os acontecidos
Intercalando conquistas e frustrações
Os questionamentos sobressaltam
Sobressaindo o que de bom foi vivido
Osvaldo Teles
Ou eles permanecem vivos em nós
Prontos para serem reavivados
Presos aos remanescentes instantes
Reacendendo o que foi vivido antes
Vividos em plenitude e entrega constante
A remanescência continua aflorando
Os sentimentos que foram vivenciados
Os bons tempos vem a lembrança
Não ficaria preso ao que passou
Dando estímulos ao futuro vindouro
E ênfase a um presente glorioso
Na espera de momentos vitoriosas
Na face lisa ficaram esculpidas rugas
Virtuoso ficará o passado no divã
Alimentando os sonhos futuros
Procurando sentido para os acontecidos
Intercalando conquistas e frustrações
Os questionamentos sobressaltam
Sobressaindo o que de bom foi vivido
Osvaldo Teles
segunda-feira, 25 de junho de 2018
Deixa o coração se pronunciar
Teus olhares cruzaram com os meus
O amor se comunicou através deles
Cala-se deixa o coração se pronunciar
Ele vai falar através dos seus sentidos
Falou no mais profundo de cada um
Universalizando a linguagem do amar
Conversando na mesma sintonia
Como um veio de água cristalina ela flui
Na suavidade dos toques vai extasiando
Os corpos sensíveis vão se comunicando
Saindo lá do fundo d’alma vindo atona
O sentimento puritano que há no interior
Fecha os olhos para sentir a sua voz
O ritual só está apenas começando
A sensibilidade vai sendo aflorada
Portanto o amor vai ditando suas regras
Amortecendo o impacto de sua indolência
Completando o espaço vazio existente
Interlocução das criaturas apaixonadas
Que vai deixando o amor ditar o ritmo
Osvaldo Teles
O amor se comunicou através deles
Cala-se deixa o coração se pronunciar
Ele vai falar através dos seus sentidos
Falou no mais profundo de cada um
Universalizando a linguagem do amar
Conversando na mesma sintonia
Como um veio de água cristalina ela flui
Na suavidade dos toques vai extasiando
Os corpos sensíveis vão se comunicando
Saindo lá do fundo d’alma vindo atona
O sentimento puritano que há no interior
Fecha os olhos para sentir a sua voz
O ritual só está apenas começando
A sensibilidade vai sendo aflorada
Portanto o amor vai ditando suas regras
Amortecendo o impacto de sua indolência
Completando o espaço vazio existente
Interlocução das criaturas apaixonadas
Que vai deixando o amor ditar o ritmo
Osvaldo Teles
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