Vou caindo de joelhos, reflexivo,
Ergo minha cabeça para o céu.
Peço clemência ao meu Criador,
Que seja comigo compreensivo.
Entristecido, me prostro, Senhor;
Em oração, te peço: alivia a dor.
Busco no Senhor a minha paz,
Enfrentar tudo só não sou capaz.
Não estou preparado, meu Deus;
Me ajuda a atravessar a tormenta.
Se eu for sozinho, me arrebento;
Seja a luz da minha escuridão.
Não sei por que tenho que passar
Por esses momentos de aflições.
Arranca de mim essa desilusão,
Dando tranquilidade ao coração.
De joelhos farei as minhas preces;
A fé será sempre a minha aliada.
O que me deixa de pé é a certeza
De que o Senhor tem olhos e tudo vê.
Osvald Teles

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