No quintal do meu passado
ficaram minhas lembranças.
Voltam na forma de saudade
dos bons tempos de infância.
A minha cidade era o mundo,
com a capacidade de voar.
Cheguei a novos horizontes,
me perdia em uma nova aurora.
Dentro do peito, o amor aflora,
livres, as imaginações decolam.
De volta aos tempos áureos,
onde as fantasias corriam soltas.
Por vezes, faziam verter lágrimas,
trazendo o eu menino de volta
dentro de uma cantiga de roda,
viajando nas rodas do tempo.
Osvaldo Teles

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