Nos belos cantos dos pássaros,
a minha mente vai ao espaço.
Sinto, no alvorecer, o seu frescor
da brisa amena a acariciar a face.
Ressuscitando em mim a vida,
o despertar na roça é mais lindo.
O canto do galo parece um hino,
parecendo que a natureza acordou.
A vida vai se apresentando divina;
no despertar do sol, o orvalho exala
a suavidade do perfume inebriante,
adentra o meu ser como anestesia,
tornando meus dias estonteantes.
Dançam sobre a cabeça a fantasia;
vou absorvendo a sua maresia
ao ouvir o dueto dos passarinhos.
Osvaldo Teles

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