Me segura, mamãe, que vou para a pista.
Não me solta, hoje estou muito agitado.
A noite vai ser louca, vou beijar na boca.
Hoje vou perder a minha compostura.
Venha pra cá, vou passar o rodo geral.
Essa noite os sentimentos se revelam.
Não me atiça e depois não dê para trás.
Vamos sair bailando na pista de dança.
Se achegue, cola o teu corpo ao meu.
Deixa de pabulagem, menina, e venha.
Solta o corpo e vamos sair bailando.
Me deixa livre e solto para te encontrar.
No contraponto dessa nossa vida, diga:
Vida, o que faço para te ter nos braços?
Me liberta das amarras que me prendem.
Seremos parceiros na contradança.
Osvaldo Teles

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