Deus me livre e guarde
de não ser um baiano.
A ginga nasceu comigo,
na pele trago africanidade.
Transpira ancestralidade.
Viver aqui é só alegria,
vivo em festa todo dia,
cada canto é uma história
que ecoa nos tambores,
mostra a sua trajetória
em seus cantos nagô,
nas ladeiras do Pelô.
Os gritos de liberdade
ecoando pela cidade,
na dança da capoeira,
as cores se misturam
em uma só cultura,
com molejo na cintura.
O movimento vai assumir
a liberdade do seu corpo.
Osvaldo Teles

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