terça-feira, 21 de abril de 2026

Transpira ancestralidade

Deus me livre e guarde

de não ser um baiano.

A ginga nasceu comigo,

na pele trago africanidade.


Transpira ancestralidade.

Viver aqui é só alegria,

vivo em festa todo dia,

cada canto é uma história


que ecoa nos tambores,

mostra a sua trajetória

em seus cantos nagô,

nas ladeiras do Pelô.


Os gritos de liberdade

ecoando pela cidade,

na dança da capoeira,

as cores se misturam


em uma só cultura,

com molejo na cintura.

O movimento vai assumir

a liberdade do seu corpo.



Osvaldo Teles

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