Se eu fosse uma porta,
nem todos passariam.
O mal nem deixaria bater,
ficaria do lado de fora.
Fecharia para a maldade,
não botaria o pé no batente.
A violência passaria longe.
Para o amor, ficava aberta,
passagem era liberada,
pois traria paz para a alma.
A felicidade podia entrar
e sair quando quisesse.
A bondade seria bem-vinda,
a porta estaria escancarada,
aberta para a benevolência.
Osvaldo Teles

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