Existem muitas correntes invisíveis
Que o sistema insiste em nos prender,
Recriando mecanismos de dominação,
Vivemos o fetiche do capitalismo, insensíveis,
Onde o trabalho é a mercadoria mais barata.
Não compramos aquilo que produzimos,
O sistema é bruto, põe peia no indivíduo,
Contrapondo os direitos que já conseguimos,
Quebrando regras só para beneficiar o rico.
Com medidas provisórias eles conseguem
Mudar as leis para o cidadão escravizar,
Mas vamos lutar, meus irmãos, resistir,
Pois essa situação não pode continuar.
A mãe pátria devora os próprios filhos,
Enquanto os patrões acumulam fortunas,
O trabalhador vive sem condições,
O dinheiro mal cobre as suas contas.

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