quinta-feira, 4 de setembro de 2025

Sua ingrata

 Sua ingrata


Sua ingrata, só te dei o meu amor,

Colocando em mim apenas rancor.

Você brincou com o meu coração,

Me devolvendo à minha solidão.


Tirou o frescor do belíssimo viver,

Oh, mulher, te amei, foi para valer,

E você não soube reconhecer,

Reabrindo as minhas cicatrizes.


Fazendo eu perder as diretrizes,

Mas a vida é bem assim mesmo:

Nem todo amor é correspondido,

Em mágoas vou me aprofundar.


Até deixei de com você sonhar,

Te amar foi o meu maior pesadelo.

Os males do coração me afligem,

Faz a minha alma chorar, chorar.



Osvaldo Teles

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